BPI faz disparar Sonae Capital. Bolsa de Lisboa avança

As ações da Sonae Capital dispararam 6% depois de o BPI ter incluído a cotada na sua lista de preferidas para a Península Ibérica. Mas BCP e Galp deram energia ao PSI-20.

A bolsa nacional encerrou em terreno positivo pelo segundo dia consecutivo, apoiada no avanço dos títulos do BCP e da Galp Energia. O PSI-20 somou 0,5%, mas a estrela da sessão foi a Sonae Capital. As ações da empresa dispararam perto de 6%, a beneficiar da sua inclusão na lista de cotadas preferidas do BPI na Península Ibérica.

O PSI-20 valorizou 0,49%, para os 5.475,84 pontos, com dez títulos positivos, cinco em queda e três inalterados. O BCP e a Galp Energia foram das cotadas que mais contribuíram para o fecho positivo do índice bolsista nacional que acompanhou o rumo dos pares europeus.

Sonae Capital dispara 6%

As ações do banco liderado por Nuno Amado avançaram 2,06%, para os 27,55 cêntimos, enquanto as da petrolífera valorizaram 1,01%, para os 16,025 euros. As ações da empresa liderada por Carlos Gomes da Silva acompanharam a forte subida das cotações do petróleo nos mercados internacionais. O barril do brent e do crude avançavam em torno de 3% no fecho da praça bolsista nacional.

Nota ainda para a subida das ações da Mota-Engil e da Sonae SGPS que valorizaram 3,34% e 2,46%, respetivamente, para os 3,245 e 1,125 euros. Mas a estrela da sessão acabou por ser outra cotada do universo Sonae: a Sonae Capital.

As ações da empresa liderada por Cláudia Azevedo disparam 5,94%, para os 98,1 cêntimos, no dia em que o BPI Caixabank as incluíram na lista das preferidas para a Península Ibérica em detrimento da Navigator. Os máximos históricos no investimento imobiliário em Portugal e a iminência de venda de ativos relevantes foram os principais argumentos para esta inclusão. Também a Sonae SGPS foi mantida na lista de preferidas do BPI.

Já a Navigator acabou por ser penalizada pela sua retirada do ranking de cotadas prediletas do BPI, com as suas ações a desvalorizarem 0,42%, para os 4,7 euros.

No mesmo sentido fechou a EDP, a corrigir da euforia que a brindou na sessão anterior com um avanço de 4% após os rumores de consolidação de que foi alvo por parte da Engie. As ações da elétrica liderada por António Mexia recuaram 0,12%, para os 3,201 euros.

(Notícia atualizada às 17h00 com mais cotações e informação)

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