5 coisas que vão marcar o dia

  • Juliana Nogueira Santos
  • 26 Abril 2018

Depois do debate, o Programa de Estabilidade vai a votos na Assembleia da República. Mas as atenções vão estar viradas para a apresentação de números, da execução orçamental às contas das cotadas.

Depois do debate, o Programa de Estabilidade vai a votos na Assembleia da República. Mas as atenções vão estar focadas na apresentação de números: a DGO divulga a execução orçamental de março, a ADSE e a Teixeira Duarte mostram como correu o ano de 2017 e a Jerónimo Martins já fez as contas do primeiro trimestre.

Programa de Estabilidade vai a votos

O Programa de Estabilidade foi apresentado há duas semanas e, pela primeira vez nesta legislatura, este vai ser votado ao mesmo tempo que quatro projetos de resolução. O PSD, o CDS, o Bloco de Esquerda e o PCP apresentaram projetos-lei que põem em causa a estratégia orçamental do Governo. Mas apenas o dos centristas pede a rejeição total do documento. Esta quinta-feira os cinco documentos são votados na Assembleia.

DGO revela a execução orçamental

A Direção-Geral do Orçamento divulga esta quinta-feira os números relativos à execução orçamental do terceiro mês deste ano. Até fevereiro, os dados apontavam para um excedente de 258 milhões de euros, superior ao que foi apresentado no período homólogo. O Ministério das Finanças, na altura, o reforço dos pagamentos na Saúde.

 

ADSE divulga contas do ano passado…

O subsistema de saúde dos funcionários públicos apresenta esta quinta-feira as contas do ano passado junto do órgão consultivo Conselho Geral e de Supervisão. Já se sabe que 2017, como nos anos anteriores, foi um exercício com excedente para a ADSE, no caso de 58 milhões de euros. A ADSE é financiada exclusivamente pelas receitas das contribuições dos beneficiários.

…bem como a Teixeira Duarte

A Teixeira Duarte dá continuidade à ronda de apresentação de resultados anuais. A construtora portuguesa encerrou o terceiro trimestre de 2017 com quedas no volume de negócios, bem como nos prejuízos. Nas receitas, registou 739 milhões de euros, uma quebra de 10,7% face ao período homólogo. Já no que diz respeito aos prejuízos, passaram de 26 milhões para 11,1 milhões de euros.

Jerónimo Martins já olha para o primeiro trimestre

Enquanto há cotadas que ainda apresentam os números de 2017, a Jerónimo Martins divulga nesta quinta-feira os números do primeiro trimestre deste ano. A retalhista fechou o ano passado com um lucro de 385 milhões de euros, menos 35% do que em 2016. Ainda assim, este número inclui o impacto da venda da Monterroio, sua antiga subsidiária. Excluindo esse fator, os resultados cresceram 6,7%.

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