Revista de imprensa internacional

  • ECO
  • 26 Abril 2018

Apesar das polémicas, o Facebook conseguiu aumentar os lucros. Já o Snapchat anunciou que vai parar de aguardar a localização dos utilizadores europeus com menos de 16 anos.

Os resultados do Facebook dominam a atenção dos investidores, depois de a rede social ter conseguido aumentar os lucros em 63% apesar das polémicas. Ainda nas empresas, o Snapchat decidiu parar de guardar a localização de utilizadores com menos de 16 anos para cumprir as novas regras de privacidade. Numa vertente mais política, Macron e Trump sinalizaram que querem trabalhar num novo acordo nuclear com o Irão.

The Guardian

Lucro do Facebook aumenta 63% apesar das polémicas

A rede social Facebook obteve no primeiro trimestre de 2018 um lucro de 4.998 milhões de dólares (4.109 milhões de euros), um aumento de 63% face aos 3.064 milhões registados no mesmo período do ano passado. Isto apesar de a empresa fundada pelo norte-americano Mark Zuckerberg ter estado no centro de uma grande polémica nas últimas semanas, devido a uma fuga de dados pessoais de milhões dos seus utilizadores, fornecidos à consultora Cambridge Analytica.

Leia a notícia completa no The Guardian (acesso gratuito / conteúdo em inglês).

Financial Times

Snapchat deixa de guardar localização de utilizadores com menos de 16 anos

O Snapchat planeia deixar de guardar certos dados de utilizadores na Europa com menos de 16 anos, incluindo o histórico da localização, para cumprir as novas regras de privacidade europeias. Esta decisão pode criar alguns receios de que o Snapchat possa vir a seguir os mesmos passos do WhatsApp. A app detida pelo Facebook passou de 13 para 16 anos a idade mínima para os utilizadores poderem fazer o registo na Europa.

Leia a notícia completa no Financial Times (acesso pago / conteúdo em inglês).

BBC

Macron e Trump querem trabalhar num novo acordo nuclear

O presidente francês, Emmanuel Macron, e o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, defenderam um novo acordo para travar as ambições nucleares do Irão, pouco depois de Trump ter considerado o atual texto sobre o programa iraniano “um desastre”. “Nós não temos as mesmas posições de princípio sobre este tema [e] tivemos uma conversa muito aprofundada sobre a questão” deste acordo assinado em 2015 com o objetivo de impedir o Irão de se dotar de armas nucleares, afirmou Macron numa conferência de imprensa.

Leia a notícia completa na BBC (acesso gratuito / conteúdo em inglês).

Valor Econômico

Iberdrola apresenta queixa contra a Enel por concorrência desleal

A espanhola Iberdrola apresentou queixa contra a italiana Enel em Bruxelas. Numa carta de sete página enviada pela energética à Comissão Europeia, a Iberdrola afirma que “uma das suas principais rivais, a italiana Enel, não está a atuar de acordo com os critérios do mercado”. As duas empresas competem diretamente em vários mercados europeus e internacionais, mas esta concorrência não está a ser justa, diz a Iberdrola, uma vez que a Enel está a beneficiar da sua condição de empresa estatal e da sua posição monopolista no mercado doméstico italiano, avança o jornal brasileiro.

Leia a notícia completa no Valor Econômico (acesso gratuito / conteúdo em português).

Bloomberg

Deutsche Bank vai focar-se mais nos clientes europeus… e menos nos EUA

O maior banco alemão está a embarcar naquela que pode ser a maior reforma no Deutsche Bank. A instituição financeira afirmou que vai focar-se mais nos clientes europeus e menos nos EUA. “Temos de agir e ajustar a nossa estratégia”, afirmou Christian Sewing, o novo presidente do banco que vai assumir funções este mês. O gestor quer inverter duas décadas em que a instituição tentou competir com as maiores empresas em Wall Street e passar a focar-se no mercado europeu. Para isso, o Deutsche Bank vai diminuir as operações em território norte-americano, o que vai levar a uma “redução significativa” da força laboral este ano, afirmou o banco.

Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso gratuito / conteúdo em inglês).

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