E ao terceiro dia… a Raize caiu na bolsa

Na terceira sessão a negociar em bolsa, as ações da Raize provam as primeiras perdas. O recuo é inferior a 1%, com o título a regressar aos 2,38 euros, 19% acima do valor a que entraram em bolsa.

Após a euforia, a queda. Na terceira sessão a negociar em bolsa, as ações da Raize provam as primeiras perdas. O recuo é inferior a 1%, mas o suficiente para anular os ganhos da sessão anterior. Ainda assim o curto percurso em bolsa é marcado por uma valorização de 19%.

Na primeira chamada a negociação da sessão, as ações da plataforma de crowdfunding desvalorizam 0,83%, para os 2,38 euros, após duas sessões marcadas por ganhos. A atual cotação está 38 cêntimos acima do valor a que foram para o mercado e que representa um ganho acumulado de 1,9 milhões de euros para os investidores.

A cotação a que as ações negoceiam colocam em 11,9 milhões de euros, o valor de mercado da startup. Em termos de volume de negociação, os valores contrastam bastante com os registados na primeira sessão em bolsa. Esta manhã trocaram de mãos 6.166 títulos, número substancialmente aquém face aos 49.500 que marcaram as primeiras horas em bolsa na passada quarta-feira.

O primeiro tropeção em bolsa acontece depois de José Maria Rego, cofundador da Raize, se ter congratulado com o curto percurso em bolsa da startup. “A ação está a ter uma boa performance e isso, naturalmente, deixa-nos satisfeitos”, afirmou ao ECO nesta quinta-feira, apesar de também ter revelado algumas cautelas no seu discurso.

Questionado se ainda previa que o dinamismo registado nas duas primeiras sessões bolsistas se iria prolongar por mais algumas sessões, José Maria Rego optou por chutar para canto. “Não temos perspetivas sobre isso”, afirmou.

(Notícia atualizada às 10h52 com mais informação)

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