A última aula de Marcelo? Será no dia 20 de setembro

  • Lusa
  • 17 Agosto 2018

Marcelo Rebelo de Sousa é professor universitário, e já tem data para a sua última aula. Vai ser no dia 20 de setembro.

O Presidente da República confidenciou esta sexta-feira que aceitou o convite do reitor da Universidade de Lisboa para dar a sua última aula na abertura do ano letivo, o que vai acontecer no dia 20 de setembro. “Eu já tinha tomado uma decisão quando o senhor reitor da Universidade de Lisboa, que é a minha universidade, na eventualidade de dar a minha última aula na abertura do ano letivo, o que aceitei”, disse Marcelo Rebelo de Sousa durante a visita que efetuou à Fatacil, em Lagoa, no Algarve.

A revelação de Marcelo Rebelo de Sousa surgiu quando foi questionado sobre se pensava voltar a dar aulas depois de terminar o mandato na presidência, após o Governo ter desbloqueado a obrigatoriedade da reforma na função pública aos 70 anos. “Portanto, irei dar a minha última aula na abertura do ano letivo, no dia 20 de setembro. É a última aula, é a última aula”, sublinhou o Presidente da República.

Durante a visita à Fatacil, a maior feira de agricultura, turismo, comércio e indústria que se realiza a sul do rio Tejo, Marcelo Rebelo de Sousa escusou-se a comentar assuntos da vida política nacional, desdobrando-se em contactos com os expositores e visitantes. Nas duas horas e meia que durou a visita, o Presidente da República percorreu todo o recinto e acedeu às muitas solicitações para tirar uma ‘selfie’, de portugueses e de estrangeiros de férias no Algarve.

A 39.ª edição da Fatacil decorre até ao dia 26, com a presença de 700 expositores que se estendem por uma área de 50 mil metros quadrados, no Parque de Feiras e Exposições daquela cidade algarvia, do distrito de Faro.
Com um orçamento de 900 mil euros, o evento espera a visita de 180 mil pessoas, mais dez mil do que em 2017, durante os dez dias.

Entre os expositores de diversos setores de atividade, estão 180 artesãos, empresas comerciais e industriais (265), empresas do setor agropecuário, agroalimentares e máquinas agrícolas (150), gastronomia (50) e 55 entidades diversas, como autarquias, escolas, instituições de solidariedade social e outras.

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