Queiroz Pereira morreu no iate em Ibiza

  • ECO
  • 19 Agosto 2018

Diário de Ibiza revela que Pedro Queiroz Pereira faleceu no iate em Ibiza, onde estava a passar férias. na sequência de um ataque cardíaco. Por imposição legal, polícia investiga caso.

O empresário Pedro Queiroz Pereira morreu no sábado, por volta das 23h15, no seu iate, estacionado em Ibiza, na sequência de um ataque cardíaco fulminante, revelou esta tarde o Diario de Ibiza. Segundo aquele jornal, a polícia espanhola abriu um processo de investigação por imposição legal.

O empresário e líder do grupo Semapa, que controla a Navigator e a Secil, entre outras empresas, terá caído num lance de escadas no seu iate, uma embarcação “com mais de 30 metros” atracada numa zona conhecida como “o martelo”, área da marina Ibiza Magna que fica mesmo em frente ao monumento que homenageia os corsários que frequentavam a ilha.

Marcelo Rebelo de Sousa já veio lamentar a morte de Pedro Queiroz Pereira. “O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa apresenta suas sentidas condolências à família de Pedro Queiroz Pereira, lamentando o prematuro desaparecimento desse grande industrial português“, lê-se numa nota publicada no site da Presidência.

No ranking publicado em julho pela revista Forbes, PQP, como era conhecido, aparecia como o quinto na lista das maiores fortunas em Portugal, avaliada em 1.129 milhões de euros. Segundo a revista Exame, era detentor de uma fortuna avaliada em 779 milhões de euros (em conjunto com a mãe), o que fazia dele o sétimo mais rico do país.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Queiroz Pereira morreu no iate em Ibiza

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião