Taxistas vão parar ruas de Lisboa. Estas são as praças e avenidas a evitar em dia de protesto

Os taxistas regressam, esta quarta-feira, às ruas de Lisboa para impedir que a chamada "lei Uber" entre em vigor. Descubra quais as praças e avenidas a evitar, em dia de protesto.

Uma, duas, três, quatro. Esta vai ser a quarta vez que os taxistas se vão manifestar contra a chamada “lei Uber”, para evitar que a lei que regula as quatro plataformas eletrónicas de transporte que operam em Portugal — Uber, Taxify, Cabify e Chauffeur Privé — entre em vigor a 1 de novembro.

Tendo em conta eventuais constrangimentos que possam surgir na capital portuguesa, esta quarta-feira, na “fluidez do tráfego“, a Câmara Municipal de Lisboa — assim como a PSP — apelam “à utilização dos transportes públicos” em vez do “transporte individual“, acrescentando em comunicado que a “Carris, o Metropolitano de Lisboa e a Carristur vão proceder ao ajuste dos seus serviços“.

Ao todo deverão ser cinco as praças e avenidas lisboetas condicionadas pelos taxistas que, ao contrário das manifestações anteriores, vão ficar “estacionados” na faixa de rodagem. Descubra quais as ruas a evitar, em dia de protesto:

Praça dos Restauradores, Avenida da Liberdade, Avenida Fontes Pereira de Melo, Praça Duque Saldanha e Avenida da República são as ruas que vão estar condicionadas ao trânsito, em dia de protesto dos taxistas.

À exceção dos veículos de emergência, polícia e transporte coletivo de passageiros, a Praça dos Restauradores e a Avenida da Liberdade vão estar cortadas ao trânsito a partir das 05h00.

O protesto surge depois de a lei, que regula as plataformas que agregam motoristas em carros descaracterizados, ter sido aprovada, no parlamento, a 12 de julho e promulgada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a 31 de agosto.

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