UGT diz que várias escolas de todo o país estão fechadas

  • Lusa
  • 26 Outubro 2018

Lucinda Dâmaso, sindicalista da UGT, fala de uma elevada adesão à greve no setor da educação.

Várias escolas de todo o país estão de portas fechadas, esta sexta-feira, devido à greve na Função Pública, de acordo com a sindicalista da UGT Lucinda Dâmaso.

Em declarações à Lusa, junto ao liceu Passos Manuel, em Lisboa, cujos portões estão fechados, a sindicalista disse que a elevada adesão à greve mostra bem o descontentamento dos trabalhadores com o Governo, salientando que não vão baixar os braços.

Junto aos portões do liceu, alguns sindicalistas empunham cartazes a dizer “educação de saco cheio” e “precariedade, carreiras e progressões, aumento salarial, trabalho digo, dignidade funcional”. No fundo, são as exigências e os objetivos desta greve, que começou à meia-noite e prolonga-se até ao final do dia.

Inicialmente, a greve desta sexta-feira foi convocada pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (ligada à CGTP) para pressionar o Governo a incluir no Orçamento do Estado para 2019 (OE2019) a verba necessária para aumentar os trabalhadores da função pública, cujos salários estão congelados desde 2009.

Contudo, após a última ronda negocial no Ministério das Finanças, em meados de outubro, a Federação de Sindicatos da Administração Pública e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado, ambos filiados na UGT, anunciaram que também iriam emitir pré-avisos de greve para o mesmo dia, tendo em conta a falta de propostas do Governo, liderado pelo socialista António Costa.

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