“Se pensam que me calam, não me calam”, avisa Marcelo sobre o caso Tancos

  • ECO
  • 3 Novembro 2018

Presidente da República voltou a dizer que nada sabia sobre o caso do alegado encobrimento na recuperação do material militar roubado em Tancos.

“Se pensam que me calam, não me calam”, assim afirmou Marcelo Rebelo de Sousa sobre a notícia desta sexta-feira sobre a existência contactos entre Belém e o diretor da Política Judiciária Militar (PJM) a propósito caso do alegado encobrimento na recuperação do material em Tancos.

A afirmação ao jornal Público (acesso pago) tem como destino aquelas que tentam envolver o Presidente da República no caso, situação que o próprio apelida de “nebulosa” que visa dificultar o apuramento das responsabilidades no furto das armas dos Paióis de Tancos.

“Estranho que quem me queira atribuir o que quer que seja o tenha feito sem me ouvir previamente. É o mínimo para qualquer cidadão”, acrescentou Marcelo citado pelo jornal, garantindo nunca ter falado com o diretor da PJM.

Esta sexta-feira, a RTP adiantou que a Belém teve conhecimento do encobrimento no caso de Tancos, depois de “vários contactos” do antigo diretor da PJM com o ex-chefe da Casa Militar da Presidência da República.

No Funchal, o Presidente da República diz que nada sabia: “Se eu soubesse o que se tinha passado, não passava a vida a exigir o esclarecimento. Era muito simples. Se eu tivesse sabido desde o dia 2 de Julho e depois ao longo do processo que se tinha passado, para quê estar a insistir num esclarecimento, como insisto hoje?”, argumentou Marcelo.

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