Catarina Martins: 2019 é “ano de decisões” em que portugueses escolherão em quem confiam

  • Lusa
  • 29 Dezembro 2018

A coordenadora do BE defende que 2019 será “um ano de decisões” em que os portugueses escolherão em quem confiam nas eleições nacionais e europeias.

A coordenadora do BE, Catarina Martins, defende que 2019 será “um ano de decisões” em que os portugueses escolherão em quem confiam nas eleições nacionais e europeias, apontando como prioridade “a segurança das pessoas” nas áreas sociais.

“Nestes dias de final de ano, em que fazemos balanços e preparamos futuro, quero falar-vos de escolhas”, afirma Catarina Martins, na sua mensagem de Ano Novo aos portugueses, gravada em vídeo, e que será divulgada hoje de manhã nas redes sociais.

A coordenadora do BE recorda que 2019 é “um ano de decisões”, com eleições europeias e nacionais: “Em cada uma delas escolhemos o nosso futuro, escolhemos quem queremos ao nosso lado, escolhemos em quem confiamos para lutar por nós, para lutar connosco, por um país de verdade”, aponta.

"Nestes dias de final de ano, em que fazemos balanços e preparamos futuro, quero falar-vos de escolhas.”

Catarina Martins

Catarina Martins defende que, com “apenas 10% dos votos” nas legislativas de 2015, o partido conseguiu transformar “cada voto em mudanças concretas” na vida dos portugueses, elencando medidas como o fim dos cortes salariais, a recuperação de pensões, a tarifa social da energia, “respeito pelas carreiras contributivas” ou “contrato efetivo para milhares de vítimas da precariedade”, entre outras.

“Fizemos tudo o que podíamos fazer com a força que nos deram. Sabemos que está muito por fazer, sabemos das injustiças e das desigualdades”, aponta.

Em seguida, Catarina Martins refere que “Portugal é um país de gente esforçada que trabalha tanto e que merece melhor”.

“Em 2019, respondemos com mais força para garantir o que conta e o que conta é a segurança das pessoas”, considera.

Para a coordenadora do BE, essa segurança traduz-se na “segurança da pensão sem cortes e do salário digno”, de “um contrato de trabalho e uma casa onde morar”, de acesso a transportes e à saúde, de “apoio nos momentos mais difíceis” ou de “ter a creche e a escola pública gratuitas”.

Por outro lado, defende, existe também “a responsabilidade de proteger Portugal dos mercados financeiros, de criar emprego e ter serviços públicos capazes, a responsabilidade de combater desigualdades sociais e territoriais, de uma estratégia para as alterações climáticas”.

“A segurança de cada pessoa, a responsabilidade pelo país, é isso que conta”, aponta.

No final da sua mensagem de Ano Novo, a líder do BE deseja um bom 2019 aos portugueses e deixa uma promessa: “Estamos onde sempre nos encontrámos, caminhamos lado a lado”.

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