TAP ainda pode voltar a lançar obrigações este ano. Gestão está autorizada a emitir até 390 milhões de euros em títulos

Administração da TAP está autorizada a emitir até 390 milhões de euros em obrigações ou outros títulos este ano. Até ao momento, TAP já emitiu perto de 340 milhões, podendo ainda emitir 50 milhões.

A administração da TAP tem autorização para voltar ao mercado e emitir ainda mais obrigações ou outros títulos ao longo do corrente ano. Apesar da revisão em alta da emissão que agora decorre, de 50 milhões para 200 milhões, certo é que a gestão da companhia aérea ainda tem margem para voltar a lançar nova emissão ao longo de 2019, se assim entender.

No final de maio último, o acionista único da TAP, ou seja a TAP, SGPS, que é detida pela Atlantic Gateway em 45% e pela Parpública em 50%, aprovou aumentar o limite máximo anual para a emissão de obrigações ou outros valores mobiliários de 140 milhões de euros para 390 milhões de euros, um teto máximo que mesmo com a emissão de 200 milhões agora em curso não foi atingido.

O limite máximo para 2019 tinha sido definido em 140 milhões de euros em dezembro de 2018, mas acabou por ser revisto em forte alta já em maio último, para acomodar os 50 milhões de euros em obrigações que a versão inicial das “Obrigações TAP 2019-2023” previa colocar no mercado. Contudo, a ideia da empresa já seria captar bastante mais junto dos investidores durante este ano, já que não solicitou que o limite fosse revisto em apenas 50 milhões, mas logo em 250 milhões.

“O acionista único deliberou, a 24 de maio de 2019 (…) proceder ao aumento, em 250 milhões de euros, do valor de 140 milhões de euros estabelecido através de deliberação social unânime datada de 14 de dezembro de 2018, a qual fixava o limite máximo anual de emissão de obrigações de outros valores mobiliários para o ano de 2019″, explica o prospeto da emissão agora em curso.

O objetivo da deliberação do final de maio foi “totalizar um limite máximo anual para o ano de 2019 de 390 milhões de euros“, valor mais do que suficiente para acomodar as duas emissões já realizadas este ano — uma de 137,2 milhões, em janeiro, e a corrente emissão de até 200 milhões –, pelo que a TAP ainda está autorizada a emitir até quase 53 milhões de euros em obrigações ou outros títulos.

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