Proteção de dados estimula mercado segurador no Brasil

  • ECO Seguros
  • 26 Junho 2019

A nova lei de proteção de dados, a que as empresas brasileiras terão de adaptar-se até 2020, leva as seguradoras a mapear os riscos da carteira e a incluir riscos informáticos nas apólices.

A nova lei de proteção de dados constitui um desafio para o mercado segurador brasileiro, fazendo com que tenha de lançar novos produtos que contemplem um ritmo intenso de mudanças. Num workshop sobre o tema, organizado pela Federação Nacional de Seguros Gerais brasileira, os participantes reconheceram que a nova legislação exige mais investimentos, devendo as apólices prever danos recorrentes de riscos informáticos em função da própria evolução tecnológica e, em particular, da introdução da robótica.

As empresas seguradoras brasileiras terão até agosto de 2020 para se adaptarem à nova lei de proteção de dados, pelo que, admitiram os participantes no encontro, é necessário mapear os riscos em cada carteira.

Se, por um lado, constitui um repto para o setor segurador, por outro, a legislação sobre a proteção de dados já impulsionou o mercado de seguros no Brasil no domínio dos riscos informáticos e a expectativa é de que o crescimento venha mesmo a ser, em breve, muito significativo. Para isso contribui, além do novo quadro legal, a rapidez com que está a emergir este novo mercado. Diversos estudos indicam que os riscos informáticos, face ao aumento do número de ataques de ‘hackers’, constituem atualmente uma das maiores preocupações dos subscritores de seguros.

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