Reale Seguros dá nome ao estádio do Real Sociedad

  • ECO Seguros
  • 5 Agosto 2019

É a primeira seguradora em Espanha a dar o nome a um estádio de futebol. O contrato vai durar seis anos e também os equipamentos da equipa de futebol vão destacar o logotipo.

O estádio do Real Sociedad, localizado em San Sebastian, no país basco, passará a designar-se Reale Seguros Stadium, depois de ter sido chamado de Anoeta desde que foi inaugurado em 1993. O valor do acordo de naming não foi oficialmente divulgado, mas um site desportivo avança com o valor de 1,5 milhões de euros anuais, durante os próximos seis anos.

O patrocínio da Reale estende-se ainda ao espaço master no equipamento do Real Sociedad, consolidando uma ligação estreada em 2012, quando a Reale se tornou seguradora oficial do clube.

A Reale Seguros é a filial espanhola da italiana Real Mutua Assicurazioni, a maior mutualista de Itália, fundada em 1828. Em Espanha está presente em 50 cidades com 300 agências e ligação a cerca de três mil mediadores.

A operação espanhola é assegurada pela Reale Seguros Generales e pela Reale Vida y Pensiones. A primeira obteve, em 2018, um volume de prémios emitidos de 869 milhões de euros, um resultado líquido de 27 milhões, apresentando um rácio combinado de 96,2%. Tem um ativo líquido de 433 milhões de euros e um rácio de solvência de 207%.

A Reale Vida y Pensiones conseguiu, em 2018, crescimentos de 18,5% em Vida Risco e 30% em Vida poupança e registou resultados líquidos de 1,9 milhões de euros com 178% de rácio de solvência.

Para além da extensão do seu apoio ao Real Sociedad, a Reale aposta na presença desportiva para promoção da sua marca. No futebol patrocina ainda o Real Bétis de Sevilha e o Valência CF desde 2017 e a equipa Reale Avintia de Moto GP desde 2013. No entanto, acabou de cancelar um apoio de doze anos à Real Federación Española de Golf para o torneio internacional Open de Espanha, dando lugar à Mutua Madrilena que vai usar a marca Mutuactivos para esse fim.

Para o Real Sociedad este negócio junta-se a outro mais volumoso, e inesperado, por ter lucrado 24 milhões de euros com a transferência do avançado Antoine Griezmann, do Atletico de Madrid para o Barcelona, do qual ainda detinha 20% dos direitos desportivos.

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