Marsh Portugal lança área de Private Equity e M&A

  • ECO Seguros
  • 16 Setembro 2019

Aproveitando a sua experiência mundial em consultoria de riscos, a filial portuguesa da corretora autonomizou o negócio e nomeou Pedro Pereira para o gerir.

A Marsh Portugal lançou uma nova área de negócio de Private Equity e Mergers & Acquisitions (PEMA) e, segundo a empresa, é “das primeiras entidades do país a apresentar uma equipa dedicada a esta prática”.

Pedro Pereira foi a escolha da Marsh Portugal para liderar esta nova área, para a qual desenvolveu a sua expertise no desenho de soluções para riscos transacionais, com especial enfoque em Manifestações e Garantias (Warranties & Indemnities). Vai aproveitar a experiência da Marsh, que está há mais de 20 anos nesta área de negócio a nível mundial, na prestação de serviços de consultoria de riscos a compradores e vendedores em operações de fusão e aquisição.

De acordo com Pedro Pereira, “a estruturação de operações de fusões & aquisições em Portugal com recurso a soluções de risco transacional são cada vez mais frequentes, refletindo o reconhecimento que as partes envolvidas atribuem a estes mecanismos como verdadeiras plataformas de aproximação entre vendedor e comprador no âmbito das manifestações e garantias prestadas e na gestão de risco de eventuais contingências identificadas, potenciando, assim, a conclusão da transação”.

Licenciado em Gestão no ISCTE-IUL, Pedro Pereira é pós-graduado em finanças e controlo empresariais no INDEG e em Direito das Sociedades Comerciais e das Sociedades Abertas pela Universidade Católica, tendo iniciado a sua carreira na Deloitte em 2007 onde permaneceu até 2012. Posteriormente acumulou experiência na estruturação de Programas de D&O, Infidelidade e Crime Informático e Responsabilidade Civil Profissional para Instituições Financeiras a atuar em Portugal.

A Marsh é uma das líderes mundiais em corretagem de seguros e em consultoria de riscos. Tem mais de 35 mil colaboradores a operar em mais de 130 países. Pertence ao grupo Marsh & McLennan Companies que ainda inclui a Guy Carpenter, a Mercer e a Oliver Wyman.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Marsh Portugal lança área de Private Equity e M&A

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião