Aon reforça M&A com Bruno da Silva e Marcos Oliveira

  • ECO Seguros
  • 11 Novembro 2019

Com as fusões e aquisições de empresas a crescer em quantidade e complexidade na zona da Europa, Médio Oriente e África, a AON decidiu aumentar a equipa de M&A baseada em Lisboa.

A Aon Portugal acaba de anunciar o reforço da sua área de M&A – Mergers & Acquisitions (fusões e aquisições) com a contratação de Marcos Oliveira e Bruno da Silva. Cada um dos profissionais tem cerca de 20 anos no mercado, tendo passado pela Allianz e pela EY e Willis Towers Watson, respetivamente.

Bruno da Silva e Marcos Oliveira: ” Os desafios são crescentes face aos riscos que as operações de fusões e aquisições comportam”.

“As entradas do Marcos e do Bruno trazem à área de M&A da Aon Portugal uma solidez, conhecimento e expertise essenciais para a abordagem que queremos reforçar no mercado e para o apoio que prestamos aos nossos atuais e potenciais clientes”, refere Pedro Penalva, CEO da Aon Portugal, acrescentando “não só as necessidades desta área estão em constante mutação, como os desafios são crescentes face aos riscos que as operações de fusões e aquisições comportam, atualmente”, conclui.

Marcos Oliveira é Licenciado em Direito pela Universidade de Direito de Lisboa e tem uma experiência profissional de mais de 20 anos. Nos últimos 15 esteve na Allianz Portugal – onde foi coordenador na área de Sinistros, Subscrição e Gestão de Produtos, nos ramos Patrimoniais, Responsabilidade Civil e Engenharia e, mais recentemente, nos ramos Responsabilidade e Transportes, Resseguro e Governance.

Bruno da Silva esteve cerca de 11 anos na Willis Towers Watson, em Londres e São Francisco, onde apoiou multinacionais de referência em processos de diligência e na implementação de projetos de transações transfronteiriças. Antes, trabalhou na EY e na Mercer, em Paris e Lisboa. Baseado em Lisboa, terá amplas responsabilidades na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África).

“A área de M&A da Aon tem crescido significativamente na região EMEA”, afirma a empresa. No total, a Aon conta com cerca de 100 profissionais que apoiam clientes em operações de fusões e aquisições de complexidade e dimensão variadas. A Aon tem um registo de apoio a empresas na gestão do risco associado a fusões e aquisições, em todas as fases da operação, e na transferência de seguros de responsabilidade civil por transação do que qualquer outra empresa do setor.

Um recente Relatório da Aon revela que a adesão a seguros para M&A está a aumentar significativamente na EMEA face aos riscos associados às transações. O Relatório, produzido em parceria com a Longitude, uma empresa do Financial Times, mostra que o número de transações de M&A seguráveis pela Aon na região EMEA mais do que triplicou desde 2014, passando de 83 para 316.

A Aon plc é uma empresa mundial de serviços profissionais que propõe soluções de risco, reforma e saúde. Com 50 mil colaboradores em 120 países tem como objetivo entregar os melhores resultados através de proprietary data & analytics para fornecer insights que reduzam a volatilidade e melhorem o desempenho.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Aon reforça M&A com Bruno da Silva e Marcos Oliveira

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião