McKinsey antecipa a gestão de sinistros de 2030

  • ECO Seguros
  • 17 Novembro 2019

Processo de participações e gestão de sinistros mudará por completo na próxima década, não só devido aos avanços tecnológicos, mas também pela forma com a intervenção humana vai evoluir.

A combinação entre o digital e o ser humano, a redefinição da proatividade, o poder da prevenção e um modelo colaborativo entre seguradoras no ecossistema dos sinistros são, para a McKinsey, as quatro grandes áreas em que as companhias se devem concentrar para acompanhar a evolução das regularizações de sinistros até 2030.

Para a consultora, todo o processo de participações e gestão de sinistros mudará por completo na próxima década. Isso acontecerá não só devido aos avanços tecnológicos, mas também pela forma com a intervenção humana vai evoluir. A tecnologia permitirá uma constante conectividade e agilizará a tomada de decisões.

Segundo a McKinsey as organizações no setor de seguros devem criar rapidamente estratégias para se adaptarem ao avanço dos recursos da próxima geração, como a automação e inteligência artificial. Numa era que será de millennials, esperam-se interações em tempo real e contínuas e integradas em plataformas que essa geração já usa.

A tecnologia continuará a evoluir em um ritmo alucinante. A Internet das Coisas (IoT), casas e empresas conectadas, veículos autónomos e computadores portáteis promoverão a partilha instantânea de dados entre os ecossistemas. As seguradoras saberão mais do que nunca sobre perfis e comportamentos de risco do cliente.

Os avanços digitais e novas análises ajudarão as operadoras a intervir nos momentos certos para iniciar o marketing, fazer ligações de vendas, reduzir riscos, evitar perdas e adaptar produtos e serviços que respondam às necessidades de clientes específicos.

Considera a McKinsey que à medida que a mudança acelere, apenas as seguradoras com cultura e modelo operacional ágeis poderão acompanhar a inovação.

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