BRANDS' ECOSEGUROS Criar valor para o Multirriscos de Comércio e Serviços

  • BRANDS' ECOSEGUROS
  • 19 Novembro 2019

Num mundo de ofertas cada vez mais padronizadas, o mercado Segurador não é exceção. Se juntarmos a concentração de players, verificamos que há uma oferta reduzida e idêntica entre si.

Se por um lado, a standardização da oferta permite ao consumidor comparar de forma rápida as várias opções disponíveis, por outro lado a sua escolha é influenciada em grande medida por uma variável: o preço.

À variável Preço podemos acrescentar outras igualmente importantes, como por exemplo, o nível de serviço prestado pelo Segurador, o rácio de Solvência do Segurador, a lealdade à marca, o poder negocial do cliente perante o Segurador, entre outras. Contudo, na hora da escolha, o fator Preço é determinante.

Como oferecer um seguro de Danos Patrimoniais diminuindo o foco na variável preço?
Foi este o desafio que abraçámos quando lançámos o produto Espaços – Seguro de Danos Patrimoniais para Comércio e Serviços. O Seguro de Multirriscos é um seguro tradicional e que ao longo dos anos conquistou o seu espaço no mercado, oferecendo ao consumidor um conjunto de garantias abrangentes para os mais diversos imprevistos.

Tratando-se de um produto com um amplo âmbito de cobertura, propor uma solução diferenciadora neste contexto só poderia ser pela via da inovação incremental, isto é, identificando as lacunas existentes na oferta tradicional e propor soluções alternativas.

Se há variáveis intangíveis e de difícil perceção para o consumidor, como por exemplo o nível de serviço que prestamos em caso de sinistro. Também existem outras mais objetivas, como por exemplo o âmbito de cobertura oferecido pela Apólice.

O Espaços é um seguro de Danos Materiais do tipo All Risks (todos os riscos), inovador neste segmento de mercado, que amplia largamente a cobertura quando comparado com a oferta do mercado tradicional. Adicionalmente, elimina algumas das tradicionais limitações e exclusões do ramo de multirriscos.

A oferta de um produto inovador num contexto de mercado tradicional permite aos nossos parceiros de negócio vender Cobertura ao invés de vender o preço mais baixo, criando assim, valor para o consumidor.

Por Frederico Gonçalves, subscritor de Patrimoniais

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

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  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
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  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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António Costa

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