César, Louçã, Domingos Abrantes, Rui Rio e Pinto Balsemão eleitos para Conselho de Estado

  • Lusa
  • 22 Novembro 2019

Carlos César (PS), Francisco Louçã (BE), Domingos Abrantes (PCP), Rui Rio e Pinto Balsemão (PSD) foram escolhidos pelos deputados como os representantes da Assembleia da República.

Carlos César (PS), Francisco Louçã (BE), Domingos Abrantes (PCP), Rui Rio e Pinto Balsemão (PSD) foram esta sexta-feira escolhidos pelos deputados como os representantes da Assembleia da República no Conselho de Estado. A lista teve 179 votos a favor, registaram-se 26 votos em branco e 9 nulos, tendo votado 214 dos 230 deputados.

O Conselho de Estado é o órgão de consulta do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Como aconteceu em 2015, o PS voltou a indicar César, Louçã e Domingos Abrantes para este órgão de consulta do Presidente da República. O PSD escolheu o seu líder, Rui Rio, manteve o fundador e militante número um do PSD Francisco Pinto Balsemão, deixando este órgão Adriano Moreira, antigo líder do CDS.

O Conselho de Estado é composto pelo primeiro-ministro, o presidente do Tribunal Constitucional, o Provedor de Justiça, os presidentes dos governos regionais, os antigos presidentes da República, cinco cidadãos eleitos pela Assembleia e mais cinco designados pelo Presidente da República, pelo período correspondente à duração do seu mandato.

Segundo a Constituição, o Conselho de Estado pronuncia-se sobre a dissolução da Assembleia da República e das Assembleias Legislativas das regiões autónomas, sobre a demissão do Governo, sobre eventuais declarações de guerra e de paz, sobre os atos de um Presidente da República interino, e, em geral, aconselha o chefe de Estado no seu exercício, em caso de solicitação.

Nas eleições desta sexta-feira, a Assembleia da República elegeu os deputados para o Conselho Superior de Defesa Nacional, João Ataíde (PS) e Fernando Negrão (PSD), com 150 votos a favor, 56 brancos e oito nulos. Foram também eleitos Fernando Anastácio (PS) e André Coelho Lima (PSD) para representar a Assembleia no Conselho Superior de Segurança Interna, com 146 votos a favor, 58 brancos e 10 nulos.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

César, Louçã, Domingos Abrantes, Rui Rio e Pinto Balsemão eleitos para Conselho de Estado

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião