BRANDS' PESSOAS Descentralizar a gestão de RH: para quê?

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  • 2 Dezembro 2019

Com a crescente transformação digital, todos os caminhos levam à descentralização da gestão de recursos humanos. Entenda porquê!

As organizações desenvolvem-se como sistemas abertos. Elas crescem e amadurecem em profunda interação com o contexto económico, político e sociocultural que as envolve. Na origem deste fenómeno, está, naturalmente, a transformação digital de processos e rotinas.

Esta transformação digital está assente na constante e efetiva troca de informação, promovida pelas tecnologias da informação e comunicação. Meios que têm vindo a contribuir para o crescimento e desenvolvimento das organizações, com a crescente descentralização da gestão, especialmente na gestão de Recursos Humanos.

Descentralizar a gestão de RH? Como?

O técnico de recursos humanos já não está sozinho na incumbência de recolher informação e tratar processos. E porquê?

Porque, atualmente, os avanços tecnológicos fomentam a comunicação e agilizam as operações. É importante considerar que, numa empresa de grande dimensão, o técnico de recursos humanos pode não ter uma relação de proximidade e acompanhamento com todos os colaboradores da empresa, pois é extremamente complicado recolher e analisar informação sobre o perfil e o desempenho profissional de cada um dos colaboradores, de forma rigorosa e fidedigna, quando o seu número é considerável.

O tecido empresarial, especialmente no que respeita à gestão de Recursos Humanos, está cada vez mais ciente das potencialidades da tecnologia e das vantagens da sua implementação na execução de tarefas repetitivas e, na maioria das vezes, morosas.

Quem fala em descentralização da gestão, refere-se à partilha de responsabilidades na gestão de pessoas. É preciso delegar tarefas. Partilhar e, consequentemente, atribuir responsabilidades. Colocar a ênfase no colaborador e no líder de equipa. Dar autonomia e oferecer meios de interação.

Nesta época de intensa conectividade, surgem meios cada vez mais eficientes na simplificação de processos. Os modelos de automação possibilitam agilidade e fiabilidade na execução de processos.

Há mais tempo para a gestão estratégica. O acompanhamento do colaborador torna-se mais simples e mais preciso. A proximidade é estimulada. Erros e imprecisões deixam de ser recorrentes. A mobilidade, a autonomia, o feedback e o acesso à informação passam a ser uma constante.

Ao recorrer a soluções tecnológicas para a gestão de Recursos Humanos, o técnico de RH pode contar com o líder de equipa para recolher e aprovar informação relativa à gestão de férias, ausências, despesas ou performance dos membros da sua equipa, com mais rigor e precisão. Ao mesmo tempo, o próprio colaborador pode consultar e editar informação pessoal, aceder a recibos e declarações, registar as férias, faltas ou despesas.

Soluções que descomplicam os processos administrativos

As soluções de gestão de RH da PRIMAVERA auxiliam os técnicos da área a envolver todas as pessoas da organização, através de um sistema flexível que simplifica e automatiza muitas das tarefas morosas que estão, geralmente, a cargo da responsabilidade do técnico de RH. Assim, todos os processos relacionados com a gestão contratual e de vínculos, gestão de descontos e remunerações, processamentos salariais, gestão das ações de Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho, formação de colaboradores e reporting às entidades oficias passaram a ser executados automaticamente pelo sistema, libertando os recursos para outras ações mais geradoras de valor para a organização.

A dinâmica colaborativa é estimulada pela disponibilidade permanente da informação em plataformas de employee and manager self-service. Esta ferramenta promove a partilha de informação e a corresponsabilização do colaborador, sendo possível, em qualquer lugar e a qualquer hora, aceder a dados fidedignos e pertinentes para a gestão, simplificando de forma transversal a gestão administrativa do capital humano.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

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O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

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