Crédit Agricole Assurances na compra das barragens da EDP

  • ECO Seguros
  • 30 Dezembro 2019

A Predica, principal seguradora do grupo líder em França tomou 35% do consórcio que adquiriu seis barragens que a EDP tem no Douro por 2,2 milhões de euros.

Fundos geridos pela Predica, parte do grupo Crédit Agricole Assurances, vão ser detentores de 35% do consórcio francês de investidores formado ainda pela Engie 40% e pelo fundo Mirova 25%, do Grupo Natixis, na compra à EDP – Energias de Portugal, S.A. de um conjunto de seis barragens localizadas na região do Douro Internacional, por 2,2 mil milhões de euros.

As barragens compradas agora à EDP situam-se na região norte de Portugal, mais precisamente na Bemposta (Mogadouro), Picote (Miranda do Douro), Miranda do Douro, Vila Nova de Foz Côa (barragem do Feiticeiro), Torre de Moncorvo (barragem do Baixo Sabor) e Alijó (barragem de Foz-Tua), num total de 1.689 MW de potência hidroelétrica.

“Com esta nova pareceria em Portugal, o Crédit Agricole Assurances está a consolidar a sua presença na transição energética na Europa”, afirma Frédéric Thomas, CEO do grupo segurador francês, salientando que esta aquisição está totalmente integrada na estratégia do grupo quanto a alterações climáticas.

Thomas, que será substituído em 2020 Philippe Dumont enquanto CEO da CA Assurances e da Predica, referiu-se à Engie e à Mirova, como parceiros de escolha, dada a sua experiência em projetos de energia hídrica.

O Grupo Crédit Agricole é líder de mercado em França com 33 mil milhões de euros de faturação tendo a sua carteira de ativos sob gestão atingido os 285 mil milhões de euros em 2018, contando com 4600 colaboradores.

Entre seguradoras e marcas, o grupo gere a Predica, a Caci, La Médicale, UAF Life Patrimoine e a Spirica.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Crédit Agricole Assurances na compra das barragens da EDP

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião