MDS quer conquistar 20 mil novos clientes na Madeira. Faz acordo com governo regional

  • ECO Seguros
  • 27 Janeiro 2020

Colaboradores públicos do Governo Regional da Madeira e familiares vão receber ofertas especiais de seguros pela corretora MDS num acordo que atinge 20 mil pessoas.

A corretora MDS e o Governo Regional da Madeira (GRM) estabeleceram um protocolo de colaboração na área dos seguros com o objetivo de proporcionar aos seus colaboradores públicos o acesso a seguros em condições vantajosas.

A parceria beneficia os 20 mil colaboradores públicos da Região Autónoma da Madeira, bem como os seus familiares, que também têm acesso ao protocolo. A oferta inclui um conjunto de seguros destinados à vida privada dos Colaboradores, que pretende dar resposta às necessidades da sua vida quotidiana em matéria de proteção apresentando maiores benefícios face à oferta tradicional de mercado.

A oferta de seguros disponibilizada pela MDS no âmbito do protocolo inclui Automóvel, Saúde, Vida, Crédito ou Multirriscos Habitação, entre outras soluções. O suporte no âmbito do protocolo com o Governo Regional, será assegurado pela Win Broker – empresa do Grupo MDS que vai reforçar a presença do grupo na região autónoma.

O acordo foi formalizado por Pedro Calado, Vice-Presidente do Governo Regional da Madeira que afirmou “este protocolo contribui para este nosso objetivo e dá-nos a segurança e conforto em saber que os nossos colaboradores e as suas famílias estão amparados em eventuais sinistros, contando com o suporte da empresa líder na consultoria de riscos e corretagem de seguros em Portugal, a MDS”.

Mário Vinhas, integrante do Conselho de Administração e Chief Operations Officer da MDS, destaca que “o protocolo permitirá poupanças acrescidas aos colaboradores da Administração Pública, face aos atuais seguros, podendo as condições do protocolo ser extensíveis ao agregado familiar”.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

MDS quer conquistar 20 mil novos clientes na Madeira. Faz acordo com governo regional

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião