Remax chega a Angola. Empresário investe um milhão na primeira agência em Luanda

Luanda vai passar a ter a primeira agência Remax, num investimento de cerca de um milhão de euros de um empresário moçambicano. Equipa vai começar com 30 colaboradores.

Presente em mais de 110 países, a Remax prepara-se agora para dar mais um salto no processo de internacionalização. A empresa vai inaugurar esta quinta-feira a primeira agência imobiliária em Luanda, Angola, num investimento de cerca de um milhão de euros por parte de um investidor privado. Ao ECO, o responsável Mahomed Ibrahim adianta que vai começar com 30 colaboradores mas, “se o mercado se adaptar bem”, podem chegar aos 2.000.

É no número 43 da Rua da Missão, em Luanda, que a Remax vai passar a estar fisicamente a partir desta quinta-feira. Esta abertura acontecerá sob a marca Remax Multitrust e será liderada por Mahomed Ibrahim, um empresário moçambicano já presente no mercado angolano há 17 anos, e que dá agora os primeiros passos no imobiliário. “Sempre tive um ‘bichinho’ pelo imobiliário. Surgiu a oportunidade e, a partir daí, não hesitámos”, conta ao ECO o responsável.

Remax Multitrust, em Luanda, Angola, do empresário Mahomed IbrahimD.R.

O processo demorou cerca de dois anos, desde o momento em que Ibrahim e a equipa propuseram esta abertura ao Grupo Remax, até receberem a resposta final. “A iniciativa partiu de nós. A resposta da Remax foi identificar [se cumpriam] todos os requisitos para a abertura de uma agência e, depois de tudo cumprido, disseram que ‘sim'”, recorda.

Assim, Mahomed Ibrahim vai investir cerca de um milhão de euros na abertura desta agência, revelou ao ECO, que vai contar inicialmente com 30 colaboradores, que estão a ser formados há cerca de três meses. “Vamos continuar de forma a termos um número maior de comerciais. O mais importante agora é termos bons agentes, com boa formação, e, a partir daí, vamos crescendo”, diz, revelando que “se o mercado se adaptar bem, podemos chegar aos 2.000 agentes em dez anos”.

Para o empresário — até aqui de transportes e tecnologia — Angola representa uma “oportunidade de negócio”, numa altura em que “o clima de negócios é otimista e de esperança”.

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