Keep Warranty junta seguros a garantias para PC e telemóveis

  • ECO Seguros
  • 3 Março 2020

A Keep Warranty, app digital conhecida por facilitar gestão de garantias, já opera em seguros para equipamentos portáteis comprados em qualquer loja, bastando o recibo com a data da compra.

A Keep Warranty, começou por ser uma aplicação digital (app) gratuita para guardar faturas e garantias de produtos como eletrónica de consumo, mas evoluiu e já permite gerir extensão de garantias e oferecer seguros digitais para dispositivos móveis. Em declarações a ECO Seguros, Romana Ibrahim, CEO da empresa, explica como funciona a app para comprar seguros e aponta objetivos para diversificar a oferta em Portugal.

Que seguros concretos estão a ser comercializados?

A nova versão da Keep Warranty permite a contratualização de seguros para telemóveis, tablets e portáteis por parte dos utilizadores, até 6 meses depois da compra dos mesmos, de forma simples e totalmente digital. A app já disponibiliza também extensões de garantia para eletrodomésticos e aparelhos de som, televisores, leitores de média, consolas de jogos e câmaras, a contratar até aos 21 meses depois da compra.

Cada equipamento tem uma apólice diferente, ou cada pessoa tem uma apólice diferente? Quando vão ser comercializadas?

As apólices de seguro são contratadas por equipamento e já estão a ser comercializados. Foi lançada em ambas as stores iOS e Google Play uma nova versão da app que já permite a contratação de seguros.

Quais as seguradoras em Portugal ou de fora que fornecem os seguros?

Para já, estamos a arrancar com a Simplesurance, mas estamos já a trabalhar com outras seguradoras em Portugal. O objectivo da Keep Warranty enquanto startup é criar o máximo de parcerias possíveis com seguradoras que tenham produtos que façam sentido serem contratados digitalmente.

Quais os fatores diferenciadores dos seguros adquiridos pela plataforma vs. outras vias, em loja por exemplo?

Para além de todo o processo, desde contratação até à ativação de seguros, se realizar por via digital, a plataforma permite a contratação dos seguros até 6 meses depois da compra dos equipamentos (no caso dos telemóveis, por exemplo, numa loja é, regularmente, feito no momento da compra) o que é, sem qualquer dúvida, uma grande vantagem para o consumidor, e por outro lado a contratação de extensões de garantia até 21 meses após a compra dos aparelhos permite aos consumidores acrescentar valor às suas compras.

Qual o atual número de clientes ou apólices existem? Quais os objetivos a atingir neste indicador?

Temos uma plataforma digital testada e aprovada por mais de 100 mil utilizadores, o que nos coloca numa posição de ótimo parceiro (como canal de distribuição) de inovação para qualquer empresa que se preocupe em servir o seu consumidor. A comercialização dos seguros e extensões de garantia iniciou-se no final da semana passada pelo que não existe ainda um número revelador da compra. Mais do que o número de apólices, estamos concentrados em trabalhar na experiência do utilizador da Keep Warranty enquanto faz a contratação dos nossos serviços.

A Keep Warranty é uma marca da Icontrends, uma empresa focada no desenvolvimento de soluções web e mobile, posicionando-se como player disposta a avaliar oportunidades e talentos no mercado.

A plataforma, que inicialmente foi disponibilizada como uma app gratuita para guardar e gerir faturas e garantias, mereceu – há alguns meses – uma avaliação por parte da Deco (associação de defesa do consumidor), com sugestões de melhorias em termos de funcionalidades e detalhes de utilização. Agora, atenta à experiência dos utilizadores, introduz-se no mercado de seguros digitais.

Por seu lado, a Simplesurance – parceira da Keep Warranty no negócio de seguros – é uma plataforma (B2B e B2C) que integra e facilita o acesso a soluções de seguro, uma insurtech com operações em diversos mercados europeus e no Japão.

De acordo com informação acessível no sítio da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), a Keep Warranty Lda está inscrita como agente de seguros (ramos Vida e Não Vida), em regime LPS (Livre Prestação de Serviços) e com atividade autorizada pela ASF desde 28 de janeiro de 2020.

O registo na entidade de supervisão refere que a sociedade tem sede em Lisboa e Liliana dos Santos Nogueira é administradora ou gerente responsável da empresa em Portugal.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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António Costa

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