Mário Ferreira passa a ter uma participação qualificada na Cofina

Mário Ferreira já tem uma participação qualificada de 2,072% na Cofina. O empresário foi comprando ações da empresa no mercado, não esperando, assim, pelo aumento de capital, que foi cancelado.

Mário Ferreira, um dos novos investidores no aumento de capital da Cofina, já tem, neste momento, uma participação qualificada de 2,072% na Cofina, anunciou, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). O empresário foi comprando ações da empresa no mercado, não esperando, assim, pelo aumento de capital, que visava financiar a aquisição da TVI e que foi cancelado esta madrugada.

“Informa-se ter recebido de Pluris Investments, e do seu acionista maioritário e Presidente do Conselho de Administração, Mário Nuno dos Santos Ferreira, em 11 de março de 2020, uma notificação (…) informando que passaram a deter, em conjunto, uma participação qualificada no capital social“, refere o documento. No total, o empresário, dono da Douro Azul, tem 2.125.200 ações.

Na madrugada desta quarta-feira, a Cofina anunciou que não conseguiu completar o aumento de capital e, por causa da deterioração das condições de mercado, cancelou a operação de compra da Media Capital, dona da TVI.

Após este anúncio, a Prisa já veio afirmar que vai tomar “todas as medidas” para forçar a Cofina a avançar com a compra da TVI. Na visão da Prisa, a decisão de cancelar o aumento de capital representou uma violação do acordo de compra e venda da Media Capital que tinha sido assinado entre os dois grupos. Uma posição contrária à da Cofina, que acredita que a compra do ativo estava dependente da concretização do aumento de capital.

(Notícia atualizada às 21h39 com mais informação)

Contribua. A sua contribuição faz a diferença

Precisamos de si, caro leitor, e nunca precisamos tanto como hoje para cumprir a nossa missão. Que nos visite. Que leia as nossas notícias, que partilhe e comente, que sugira, que critique quando for caso disso. A contribuição dos leitores é essencial para preservar o maior dos valores, a independência, sem a qual não existe jornalismo livre, que escrutine, que informe, que seja útil.

A queda abrupta das receitas de publicidade por causa da pandemia do novo coronavírus e das suas consequências económicas torna a nossa capacidade de investimento em jornalismo de qualidade ainda mais exigente.

É por isso que vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo rigoroso, credível, útil à sua decisão.

De que forma? Contribua, e integre a Comunidade ECO. A sua contribuição faz a diferença,

Ao contribuir, está a apoiar o ECO e o jornalismo económico.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Mário Ferreira passa a ter uma participação qualificada na Cofina

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião