Prévoir com rentabilidades positivas em 2019

  • ECO Seguros
  • 5 Abril 2020

A seguradora do grupo francês conseguiu rentabilidades positivas para os seus principais produtos. Operando principalmente através de uma rede de 750 mediadores, tem 16 escritórios em Portugal.

A Prévoir anunciou o desempenho dos seus principais produtos em 2019, tendo registado uma rentabilidade de 1,3% no Prévoir PPR, Plano de poupança destinado à preparação da reforma e de 2% no Prévoir Proteção e Poupança, seguro que alia uma componente de proteção pessoal em caso de acidente e uma poupança periodicamente constituída.

Luiz Ferraz, Mandatário Geral da Prévoir em Portugal: “continuámos a demarcar-nos pela estabilidade, com uma curva positiva nos produtos activos”

A Prévoir Vie, tem sede no Porto, após ter deslocado a sua sede de Braga, onde se estabeleceu pela primeira vez em 1996. Obteve uma produção de 15,6 milhões de euros em 2019, proveniente de 51 mil contratos de 36 mil clientes ativos. Luiz Ferraz, Mandatário Geral da Prévoir em Portugal considera que em 2019, “a Prévoir continuou a demarcar-se pela estabilidade, com uma curva positiva nos produtos activos”.

Em Portugal, a Prévoir conta com 43 colaboradores e 16 escritórios próprios, assegurando a distribuição através da colaboração com mais de 750 agentes de seguros por todo o território nacional. Os mediadores são oriundos das zonas onde trabalham, apostando a companhia na proximidade destes aos clientes particulares e empresas para desenvolver a sua ação.

Grupo familiar francês gere 4,3 mil milhões de ativos

A Prévoir-Vie Groupe Prévoir é uma sucursal em Portugal, estando autorizada pela ASF a explorar seguros de Vida, Acidente e Doença. Com sede em Paris é composto por uma holding, a Societé Centrale Prévoir, duas filiais de seguros, Prévoir-Vie e Prévoir-Risques Divers, e uma filial de gestão de activos Societé de Gestion Prévoir. As seguradoras mantêm há treze anos nota A- , e a holding nota BBB, pela S&P Global Ratings, com perspetiva estável.

O Grupo gere ativos na ordem dos 4,3 mil milhões de euros e o seu volume de negócios foi de 531 milhões de euros em 2018. Na sua estrutura acionista 70% do seu capital é detido pelos descendentes das famílias fundadoras e 30% pelos colaboradores, reformados e suas famílias. Desde janeiro de 2019, com a entrada da AssurOne Group e da Utwin no Grupo, a Prévoir alargou a sua oferta e os canais de distribuição.

O grupo conta com mais de 1.800 colaboradores, dos quais 200 no estrangeiro, 150 escritórios em França, cerca de 700 mil pessoas seguras e 532 mil contratos individuais em vigor em França para 312 mil clientes. Para além de França em 1910 e Portugal em 1996, está ainda presente na Polónia onde se estabeleceu no ano 2000 e, no ano seguinte, abriu no Vietname.

(Correção: Foi corrigida a taxa de rentabilidade do Prévoir PPR para 1,3% às 9.50h)

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Prévoir com rentabilidades positivas em 2019

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião