DGS recomenda uso de “máscaras comunitárias” em espaços fechados

Esta recomendação será feita de acordo com o "princípio básico de precaução em saúde pública e face a ausência de efeitos diversos", diz a ministra da Saúde.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) vai recomendar o uso de máscaras não cirúrgicas, também chamadas “sociais ou comunitárias”, em espaços interiores fechados e com elevado número de pessoas, como supermercados e transportes públicos, anunciou a ministra da Saúde, Marta Temido, na conferência de imprensa diária.

Esta recomendação é feita de acordo com o “princípio básico de precaução em saúde pública e face a ausência de efeitos diversos”, referiu a ministra. Marta Temido sublinhou que esta é uma “medida adicional e suplementar às medidas já implementadas”, e que é para quando o confinamento começar a ser levantado.

“Estamos em estado de emergência, o que apela à restrição das atitudes da vida diária às que são essencial”, nota a ministra. Numa fase posterior, “em que as pessoas possam situar-se em espaços fechados onde estejam várias pessoas, poderá ser considerada a utilização da máscara social ou comunitária, não-cirúrgica”, que “pode ser de diferentes materiais”, explica.

A medida, que estará inscrita numa norma que será divulgada esta segunda-feira, surge no seguimento das recomendações do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças da semana passada.

Marta Temido sublinhou que estas máscaras “não são recomendadas para profissionais de saúde nem pessoas doentes ou mais vulneráveis”. Na norma está definido que os respiradores são destinados aos profissionais de saúde e que as máscaras cirúrgicas são recomendadas para as pessoas dos grupos de risco e alguns grupos profissionais.

(Notícia atualizada às 13h40)

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

DGS recomenda uso de “máscaras comunitárias” em espaços fechados

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião