PONG PING, O Futuro, Primeiro

A primeira revista sobre tendências, criatividade, indústrias e sociedade do Ecoolhunter já nas bancas. E com vontade própria…

O Futuro, Primeiro. É a assinatura da Revista Pong Ping, a primeira revista do Ecoolhunter e que chega ao mercado com vontade própria, “Sai quando tiver de sair”.

Uma revista objeto que se posiciona como colecionável, irrepetível e que desafia a ordem das coisas. Um novo projeto do universo Swipe News, com direção criativa e design da Graficalismo X Ivity Brand corp. e impressão da Konica Minolta, é feita de conversas, de tendências, criatividade, marcas e claro, Futuro.

A Pong Ping atirou um primeiro Ping a pensadores e futuristas como Geraldine Wharry, Marian Salzman, Christoph Quarch; a artistas e criativos como Os Espacialistas, Mafalda Silva, João Louro; a indústrias como a moda, o calçado, o turismo; a responsáveis e gestores de marcas como Nuno Pinto Magalhães, Paulo Campos Costa, Lídia Monteiro… E recebeu de volta um Pong, pensamentos, visões, opiniões e claro, Futuro.

Organizada entre 3 set’s – Aquecimento, Em Jogo e Alongamento, é a primeira revista sobre Cool Hunting e que põe sempre, o futuro na frente. E representa os dois lados de uma conversa. O da revista com o leitor.

 

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

PONG PING, O Futuro, Primeiro

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião