📹 O que são os combustíveis do futuro? Perguntou ao Google, nós respondemos

Até 2050, as petrolíferas querem produzir até 150 milhões de toneladas de combustíveis líquidos de baixo carbono. Saiba o que são e como vão ser usados nos carros, navios e aviões.

No futuro, o petróleo deixará de ser usado para produzir combustíveis e as refinarias utilizarão novas matérias-primas, como biomassa, energias renováveis, resíduos e CO2 capturado. Há já novas tecnologias em desenvolvimento que vão permitir transformar esta energia gerada em hidrocarbonetos na sua forma líquida. Estes novos combustíveis mais “limpos” podem ser misturados com a gasolina e o gasóleo que ainda são obtidos a partir do crude.

Ao longo da próxima década, os combustíveis líquidos de baixo carbono substituirão por completo os de origem fóssil, evitando a emissão para a atmosfera de 425 milhões de toneladas de CO2/ano. O equivalente a menos 90% das emissões do transporte rodoviário e a menos das emissões dos 50% do transporte aéreo e marítimo.

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O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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António Costa
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