PME têm dificuldade em executar fundos europeus

  • ECO
  • 23 Julho 2020

Pequenas e médias empresas portuguesas são das que têm mais dificuldade em aplicar fundos comunitários na União Europeia. Portugal ocupa o sétimo lugar numa lista de 16 países.

As pequenas e médias empresas (PME) portuguesas são das que têm mais dificuldade em aplicar fundos comunitários na União Europeia (UE), conclui um estudo da Coimbra Business School, que analisou 31 regiões de 16 países do bloco. Portugal fica em sétimo lugar neste ranking, avança o Público (acesso condicionado).

“Estamos quase no fim do programa [comunitário 2014-2020, o Portugal 2020] e não aplicámos metade. Por muito que nos esforcemos agora não vamos cumprir os objetivos iniciais todos. Houve falhas no objetivo de aumentar o emprego e de ter uma economia mais forte”, apelou Pedro Costa, presidente da Coimbra Business School.

Segundo este estudo, apenas seis países são eficientes a executar os fundos estruturais em PME. Em relação ao exemplo nacional, o estudo revela que Portugal precisa de investir as verbas mais cedo, aumentar o número de startups apoiadas e gerar mais postos de trabalhos.

O Reino Unido, que no período analisado ainda integrava a União Europeia, lidera a lista deste estudo na utilização de apoios europeus em programas nacionais e regionais. Áustria, Espanha, Finlândia e Estónia são os países que seguem no ranking, contrariamente à Letónia, República Checa, Eslovénia, Itália e Polónia que ocupam as últimas posições.

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