CEO da Ageas Portugal foi para França trabalhar nos campos

O CEO do Grupo Ageas aproveita as férias e volta a ser o agricultor que foi na infância. Apesar da dificuldade nas deslocações, foi para a sua quinta do sul de França trabalhar nos campos.

Steven Braekeveldt, CEO do Grupo segurador Ageas Portugal, chegou de férias e logo finalizou a compra de um enorme edifício no Parque das Nações para reforçar o património da companhia em Portugal. Para trás tinha usufruído de férias de campo, as preferidas. Nascido na Flandres rural, tem gosto em ser agricultor e uma quinta no sul de França. Foi para lá que foi em ano de Covid; conseguiu lá chegar e, por uns dias, deixar de ser jurista formado na Universidade Católica de Leuven e responsável máximo em Portugal pelo grupo belga. Steven, que canta fado e percebe muito bem português, costuma ler muito, mas não nas férias.

Onde foi passar as férias este verão?

Passei as minhas férias numa pequena quinta que comprei há uns anos, no sul de França.

A pandemia obrigou a alguma mudança de planos?

Acima de tudo foi a incerteza da possibilidade de viajar para França. Mas a grande diferença este ano, em comparação com os anteriores, foi juntar os meus filhos nestas férias.

Que cuidados teve por causa da Covid-19?

A quinta fica numa pequena aldeia de 300 habitantes com, apenas, uma padaria. Encontrar uma pessoa por dia já é um grande desafio, pois todos trabalham no campo.

O que tem esse destino de tão especial?

Para mim, significa voltar às raízes, ao trabalho da terra, sentir o cheiro da terra, observar a vida selvagem e beber um copo de Rosé gelado.

O que recomenda que não se deve mesmo perder nesse destino?

Para quem gosta de ir a um pub, a uma discoteca, estar com muitas pessoas, ver lojas, ir às praias e a restaurante durante as férias, este não é certamente o destino ideal. Porque é exatamente o oposto. É natureza, é respirar e sentir o meio ambiente.

E que livro levou consigo?

Em média, leio cerca de 45 livros por ano. Mas durante o período das férias é quando leio menos. Começo a trabalhar na quinta a partir das 7h30, antes da hora de maior calor, e trabalho até à tarde. Depois é hora de preparar os cocktails, o jantar… e de ter uma boa noite de sono. Não há muito tempo para ler.

“Eles vão de férias para…” é uma rubrica de verão em que o ECO lançou o desafio a governantes, gestores e empresários para partilharem com os nossos leitores onde vão, ou foram, neste período de descanso. É publicada diariamente.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

CEO da Ageas Portugal foi para França trabalhar nos campos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião