Wall Street negoceia misto com queda dos pedidos de desemprego

  • Lusa
  • 3 Setembro 2020

As praças norte-americanas corrigem, após os máximos históricos atinguidos dos últimos dias. Governo norte-americano divulgou que os pedidos de subsídio de desemprego caíram, na semana passada.

A bolsa de Wall Street negociava esta quinta-feira mista no início da sessão, quando o Departamento do Trabalho (DOL) norte-americano divulgou que os pedidos de subsídio de desemprego caíram, na semana passada, para 881 mil.

Pelas 14h45 (hora de Lisboa), o índice Dow Jones avançava 0,17% para 29.134,64 pontos, enquanto o Nasdaq cedia 1,92% para 11.826,40 pontos. Já o índice alargado S&P 500 fixava-se em 3.562,39 pontos, menos 0,52%.

Os pedidos de subsídio de desemprego nos EUA desceram para 881 mil na semana passada, uma evolução impactada pelos ajustes sazonais, avançou hoje o DOL.

De acordo com os dados divulgados esta quinta-feira, citados pela Bloomberg, na semana passada, os pedidos de desemprego fixaram-se em 881 mil, abaixo dos 1,006 milhões registados na semana terminada em 22 de agosto.

No entanto, os dados agora divulgados foram impactados de ajustes sazonais. Sem estas alterações, os pedidos de subsídio de desemprego nos EUA situaram-se, na semana em causa, em 833.352.

Na quarta-feira, a bolsa nova-iorquina encerrou em alta com o índice Dow Jones a subir 1,59%, para os 29.100,50 pontos.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Wall Street negoceia misto com queda dos pedidos de desemprego

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião