Covid volta a adiar AG e eleições na APROSE

  • ECO Seguros
  • 16 Setembro 2020

A associação dos corretores e mediadores portugueses foi obrigada pela pandemia a voltar a adiar a assembleia geral de aprovação de contas de 2019 e a marcação de eleições para os orgãos sociais.

A APROSE – Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros, foi novamente forçada a adiar a Assembleia Geral anual ordinária, devido à extensão a todo país do estado de contingência, decretado pelo Governo em consequência da pandemia Covid-19.

A assembleia geral estava marcada para dia 18 de setembro na Figueira da Foz, cidade escolhida por se localizar no centro do país, estimulando a presença de mediadores de todas as regiões. Depois de um adiamento inicial, quando esteve prevista para 27 de março, foi adiada devido ao estado de emergência que estava em vigor nessa data.

Esperando nova data possível, a AG inclui na ordem de trabalhos a leitura e votação da ata da assembleia geral realizada em novembro de 2019 e apreciação, discussão e votação do relatório e contas de 2019, que já está na posse dos associados da APROSE desde março.

As eleições para os órgãos dirigentes que deveriam ter lugar em outubro, também vão esperar para se realizarem um mês após a AG que aprova as contas. O atual presidente da APROSE, David Pereira, vai recandidatar-se a mais um mandato, encabeçando uma lista às eleições. Até este momento ainda não surgiu qualquer lista concorrente.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Covid volta a adiar AG e eleições na APROSE

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião