IBEX, Costa Duarte e Universal Cover em expansão europeia

  • ECO Seguros
  • 27 Setembro 2020

Para venderem seguros em outros países, três distribuidores com sede em Portugal solicitaram à ASF que notificasse congéneres europeias dessa intenção.

As corretoras IBEX Portugal e Costa Duarte e a mediadora Universal Cover pediram à ASF, entidade reguladora dos seguros em Portugal, que notificasse as suas congéneres para que distribuidores portugueses pudessem atuar em mercados europeus em regime de Livre Prestação de Serviços (LPS).

A IBEX Portugal pretende fazer negócios Não Vida nos Países Baixos através da corretora de direito português que tem sedeada em Lisboa. Esta corretora tem a sua origem em Gibraltar e está vocacionada para expatriados britânicos, residentes na península ibérica. Opera através de uma rede de 200 agentes e 12 escritórios em Portugal, Espanha, Maiorca e Tenerife.

A IBEX está sedeada em Gibraltar tem uma sociedade corretora em cada um dos países ibéricos. No entanto, a estratégia desta corretora, logo que termine o período pós brexit, é de tornar Espanha uma sucursal da corretora portuguesa que será também o veículo para continuar a expansão na Holanda. A empresa mãe tem como parceiros seguradores o Lloyd’s e a QIC Europe Limited (QEL), filial do Qatar Insurance Company (QIC). Utiliza a Iberian Claims Service para gestão de sinistros em Portugal, Espanha e Gibraltar e tem permissão LPS para atuar em ramos Não Vida na Irlanda, Malta, Reino Unido e Holanda.

Espanha é o primeiro país em estabelecer-se em LPS para a corretora Costa Duarte e o objetivo é distribuir seguros de ramos Não Vida. Para além da presença direta em Portugal há 100 anos e em Angola, desde 2012, através da Inter Risk, a Costa Duarte mantém parcerias com alguns dos 10 maiores corretores de seguros do mundo, com escritórios em mais de 140 países. Pertence às redes globais Gallagher Global Alliance, Lockton global e Astreos credit.

Também a Universal Cover, mediadora estabelecida em Braga, solicitou à ASF que notificasse o Supervisor de Espanha para a sua intenção de distribuir no país seguros Vida e Não Vida em regime LPS.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

IBEX, Costa Duarte e Universal Cover em expansão europeia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião