Estado espanhol sem “pressa” para vender posição no Bankia-CaixaBank

  • ECO
  • 14 Outubro 2020

A ministra da Economia espanhola, Nadia Calviño, assegura que o objetivo de não alienar a posição de 16% que deterá no banco resultante da fusão é "maximizar valor".

O Estado espanhol não tem pressa para deixar o capital da entidade que resulta da fusão do Bankia e do CaixaBank. A garantia foi dada esta quarta-feira pela ministra da economia, Nadia Calviño, que em entrevista à Bloomberg TV adiantou ainda que o objetivo é “maximizar valor”.

“Não temos pressa” em vender essas ações, fruto do resgate do Bankia e que representarão 16% do capital da futura entidade, insistiu a responsável do Governo de Pedro Sánchez.

A posição do Executivo espanhol é conhecida menos de um mês depois de os dois bancos espanhóis terem selado o “casamento” entre as suas operações. O CaixaBank, dono do BPI, concordou em pagar 4,3 mil milhões de euros num negócio que será concretizado via a absorção do Bankia. Foi ainda acordado que os acionistas do Bankia iriam receber 0,6845 ações do CaixaBank por cada ação que detêm.

O Criteria, controlado pela fundação La Caixa, continuará a ser o principal acionista do CaixaBank com cerca de 30% do banco combinado, enquanto o Estado espanhol deterá 16,1%, contra os 61,8% que detém no Bankia.

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