Estímulos orçamentais e época de resultados dão ânimo a Wall Street

Principais bolsas norte-americanas voltaram a terreno positivo no dia em que chega ao fim o prazo para a Câmara de Representantes votar um novo pacote de estímulos orçamentais.

Wall Street recuperou o ímpeto positivo no arranque da sessão desta terça-feira, dia em que termina o prazo para a Câmara dos Representantes nos EUA chegar a acordo sobre um novo pacote de estímulos orçamentais no país. Após as perdas da última sessão, as principais bolsas voltaram a negociar em terreno positivo. O destaque está na tecnologia.

A presidente da Câmara dos Representantes Nacy Pelosi disse, este domingo, estar otimista quanto à nova legislação, mas deixou um ultimato ao Presidente Donald Trump: tem de ser aprovado até terça-feira. O consenso entre investidores parece apontar para novas medidas de apoio à economia devido à Covid-19, mas não há certezas sobre o timing.

Além do momento também não se sabe o montante já que a Administração Trump tinha proposto um pacote com 1,8 biliões de dólares, que Pelosi rejeitou por ser inferior aos 2,2 biliões que ambicionava. A incerteza acabou por penalizar, na última sessão, o sentimento dos investidores, mas a aproximação do fim do prazo está a causar novo entusiasmo.

O industrial Dow Jones ganha 0,18% para 28.245,85 pontos, enquanto o financeiro S&P 500 avança 0,36% para 3.439,38 pontos e o tecnológico Nasdaq sobe 0,46% para 11.531,83 pontos.

Em termos empresariais, o Wall Street Journal noticiou esta terça-feira que o CEO da Moderna acredita que o Governo norte-americano possa autorizar o uso de emergência da sua vacina Covid-19 em dezembro. As ações sobem 0,56% para 71,36 dólares por ação. Em simultâneo, Logitech (14,6%), Procter & Gamble (1,84%) e PPG Industries (1,04%) regem em alta à apresentação de resultados. Em sentido contrário, Philip Morris (-1,4%) e IBM (-6%) estão a ser penalizados após divulgarem contas.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Estímulos orçamentais e época de resultados dão ânimo a Wall Street

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião