Seguro contra políticos incompetentes entre as coberturas mais desejadas no Reino Unido

  • ECO Seguros
  • 29 Outubro 2020

O modo como políticos do Reino Unido lidaram com a crise da pandemia deixou muitos britânicos dececionados, mas há outros males contra os quais gostariam de ter seguro, diga-se, pouco convencional.

Um inquérito da Money Expert, plataforma britânica de comparação de produtos e serviços, indagou dois mil adultos e, em conclusão, mostra que 19% dos inquiridos, ou dois em cada 10 consumidores gostariam de ter um seguro contra políticos incompetentes.

Mais do que os que anseiam por uma proteção de seguro contra decisores políticos incompetentes são os que gostariam de contratar uma apólice contra fraudes em serviços bancários online (44%), ocupando o topo da lista. Números oficiais sobre fraudes em serviços bancários digitais indicam que, em grande parte durante o período de restrições e confinamento ligado à pandemia, as perdas no setor totalizaram 208 milhões de libras no primeiro semestre.

Igualmente à frente dos que pedem um seguro contra maus decisores políticos, estão os que gostariam de contar com um seguro contra romances infelizes (22%).

“Há algumas coisas na vida contra as quais não se pode fazer um seguro”, disse Jason Smith, responsável executivo da Money Expert, citado na imprensa britânica. “Mas as apólices mais convencionais são a chave para a paz de espírito, se adoecemos ou perdemos acessórios caros”, conciliou Smith.

O ranking das cinco modalidades de seguro – pouco usuais – e mais votadas no inquérito inclui ainda um seguro contra vizinhos barulhentos, uma cobertura pedida por 16% dos inquiridos e, por fim, o desejo de ter seguro contra companheiros desonestos, pretendida por 15% dos respondentes.

No entanto, de acordo com a mesma fonte, quando se tratou de recolher informação sobre coberturas mais sérias, as apólices relacionadas com a COVID-19, as perdas financeiras e os planos de viagem perturbados encabeçaram as prioridades da maioria dos britânicos.

Por fim, a completar as 10 apólices estranhas mais solicitadas pelos inquiridos, os resultados indicam seguro contra má utilização das redes sociais e falta de senso comum (ambas com 14%), seguindo-se fracasso na carreira (12%), programas de TV de má qualidade (8%) e seguro contra o mau tempo (7%).

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Seguro contra políticos incompetentes entre as coberturas mais desejadas no Reino Unido

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião