Vacina injeta otimismo em Wall Street. Yellen ajuda

Depois das norte-americanas Pfizer e Moderna, foi a vez da AstraZeneca revelar a eficácia da sua vacina. Deu uma injeção de otimismo nos investidores.

Wall Street arrancou a semana em alta. Os investidores estão otimistas quanto a uma rápida recuperação da crise pandémica, isto depois de mais uma vacina, a da AstraZeneca, ter revelado ser eficaz contra a Covid-19. A ajudar aos ganhos esteve a escolha de Biden para a pasta do Tesouro, a ex-presidente da Fed Janet Yellen.

Enquanto o Dow Jones somou mais de 1%, o S&P 500 e o Nasdaq fecharam a primeira sessão da semana com ganhos ligeiramente inferiores, de 0,53% e 0,17%, respetivamente.

A animar a negociação esteve o anúncio da AstraZeneca. Os resultados interinos da sua vacina mostra uma eficácia média de 70% com uma dose específica a mostrar uma eficácia de até 90% enquanto outra revelou uma eficácia de 62%.

Foi mais uma farmacêutica, depois das norte-americanas Pfizer e Moderna, a mostrar a eficácia da tão esperada vacina contra a Covid-19, o que aumenta a esperança em torno do fim da pandemia.

Com a vacina, a perspetiva de retoma da economia ganha força. Com ela, o petróleo valorizou nos mercados internacionais, puxando pelas empresas do setor nas bolsas mundiais. Razão pela qual o Dow Jones apresentou uma valorização mais expressiva que os restantes índices dos EUA.

Os ganhos nas bolsas norte-americanas acentuaram-se no final da negociação, altura em que o The Wall Street Journal avançou que a ex-presidente da Reserva Federal norte-americana, Janet Yellen, foi a escolha do presidente eleito Joe Biden para o cargo de secretária do Tesouro dos EUA. Yellen é vista como sinónimo de mais estímulos para puxar pela maior economia do mundo.

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