Seguramos, All Expat, Elmore e IBEX em expansão internacional

  • ECO Seguros
  • 5 Janeiro 2021

De Malta à Suécia, mais corretores e mediadores baseados em Portugal estão a crescer negócios para fora da jurisdição nacional. O supervisor nacional precisa notificar os congéneres dessas intenções.

Quatro corretoras e mediadoras portuguesas solicitaram à ASF, supervisor em Portugal, que notificasse as suas pares internacionais da intenção de exercerem atividades de distribuição de seguros em outros países.

A Seguramos quer obter licença em Espanha em regime de livre prestação de serviços. A corretora liderada por Mário Ramos quer distribuir produtos Vida e Não Vida no território supervisionado pela Direccion General de Seguros Y Fondos de Pensiones.

A All Expat Consulting quer exercer a atividade de distribuição de seguros na Grécia e Suécia, nos ramos Vida e Não Vida, e na Finlândia, nos ramos Não Vida, em regime de livre prestação de serviços. A mediadora com base em Cascais, cujo responsável e fundador é Pedro D’Orey, foca a sua atividade em saúde para residentes não habituais, executivos, estudantes e desportistas, ou seja segundo a empresa “para clientes com exposição global, pessoas de uma nova era que vivem sem fronteiras”.

A Elmore, mediadora fundada em Lisboa no final do ano passado, manifestou à ASF a intenção em exercer a atividade de distribuição de seguros no Reino Unido, nos ramos Não Vida, em regime de liberdade de estabelecimento. Em regime de Livre Prestação de Serviços para ramos Não Vida pretende atuar em Malta, Lituânia, Espanha, Estónia, Irlanda, Países Baixos, Alemanha, França, Letónia, Grécia e Itália. A empresa trabalha atualmente nas áreas de Saúde, Vida e Reforma.

Finalmente a IBEX, corretora algarvia, quer exercer atividade em Gibraltar – onde tem a sede mundial-, através da sociedade portuguesa, nos ramos Não Vida em regime de livre prestação de serviços.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Seguramos, All Expat, Elmore e IBEX em expansão internacional

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião