Festivais britânicos querem seguro do Governo

  • ECO Seguros
  • 6 Janeiro 2021

Os organizadores de festivais no Reino Unido exigem do Governo uma data compromisso para recomeçarem atividade e um seguro para cancelamentos.

Os organizadores de festivais de música ao vivo no Reino Unido estão a poucas semanas de tomarem decisões sobre a realização ou não dos seus eventos. Jamie Njoku-Goodwin, porta-voz da indústria, declarou à Reuters que será preciso maior clareza da parte do Governo quanto à sorte desta indústria que movimenta 1,3 mil milhões de libras todos anos no Reino Unido.

“Pedimos ao Governo a indicação de uma data para recomeçar atividades de forma segura, mas também um pacote segurador que o Governo subscreva para cobrir os eventos para, no caso de serem cancelados, que possa existir alguma compensação”, afirmou o porta-voz.

Emily Eavis, organizadora do Glastonbury Festival que reúne habitualmente 200 mil a 300 mil pessoas na última semana de junho e será o maior evento de música ao vivo no Reino Unido, tinha afirmado recentemente à BBC que o festival de 2021 estava longe de estar confirmado.

Do lado do Governo britânico, o Department for Digital, Culture, Media and Sport, apenas comunicou que já foi oferecido um valor de mil milhões de libras às artes performativas e que está a trabalhar intensamente para dar suporte ao setor dos eventos ao vivo.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Festivais britânicos querem seguro do Governo

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião