770 km de autonomia na berlina de luxo elétrica da Mercedes. Este é o EQS

Berlina de luxo da marca da estrela destaca-se pela elevada autonomia, mas também pelos desempenhos dignos de um topo de gama. Este EQS vem carregado de tecnologia.

A Mercedes tem um novo topo de gama, desta vez elétrico. O EQS, o primeiro modelo a receber a arquitetura modular dos veículos elétricos dos segmentos de luxo e executivo, distingue-se pela estética, mas principalmente pela enorme autonomia que será capaz de oferecer. Isto além da elevada potência com que irá brindar os condutores.

Depois do SUV EQC 400, mas também do SUV citadino, recentemente lançado no mercado, o EQA, a marca da estrela avança para um modelo de luxo totalmente elétrico. O EQS 450+ com 245 kW de potência e o EQS 580 4MATIC com 385 kW de potência, serão os primeiros a serem disponibilizados, mas mais tarde virá um modelo de elevado desempenho, com uma potência de até 560 kW.

O EQS 580 4MATIC é a estrela. Com uma autonomia de até 770 quilómetros (WLTP) e uma potência de até 385 kW, a cadeia cinemática do EQS também cumpre todas as expectativas de uma limousine progressiva do segmento do Classe S.

Todas as versões do modelo EQS estão equipadas com cadeia cinemática elétrica (eATS) no eixo traseiro, enquanto as versões com sistema de tração integral 4MATIC integram a cadeia cinemática elétrica no eixo dianteiro. Tanto numa como na outra, a velocidade máxima está limitada a 210 km/h, sendo que a 4MATIC cumpre os 0 aos 100 km/h em 4,2 segundos.

Quando a bateria acaba, o EQS pode ser carregado em postos de carregamento rápidos com uma potência de corrente contínua de até 200 kW. A energia elétrica para percorrer 300 quilómetros (WLTP) é recarregada em apenas 15 minutos. Na wallbox ou em postos de carregamento públicos, o EQS pode ser carregado comodamente com uma potência AC de até 22 kW utilizando o carregador de bordo.

Sensores por todo o lado

Este EQS vem “carregado” de tecnologia. Segundo a marca, “integra até 350 sensores, em função do equipamento”. Estes sensores todos “registam as distâncias, as velocidades e acelerações, as condições de iluminação, a precipitação e as temperaturas, a ocupação dos bancos bem como os movimentos das pálpebras do condutor ou a linguagem dos passageiros”.

Toda esta informação é processada pelas unidades de controlo que, “controladas por algoritmos, tomam decisões à velocidade da luz” e, melhor, tem uma elevada capacidade de aprendizagem graças à inteligência artificial. Ou seja, vai adaptar-se ao seu dono com o passar do tempo.

A inteligência do EQS permite-lhe conduzir em modo autónomo condicionado a uma velocidade de até 60 km/h onde a densidade do trânsito seja elevada ou em caudas de filas de trânsito ou em troços de autoestrada.

Mais tempo para trabalhar ou desfrutar

A Mercedes salienta que toda a tecnologia do EQS vai exigir menos do condutor, permitindo-lhe realizar “outras atividades durante as viagens, como por exemplo, navegar na internet ou tratar de emails no In-Car Office”.

E pode fazer isso no MBUX Hyperscreen. É um “ecrã curvilíneo de grandes dimensões prolonga-se praticamente desde um pilar A ao outro”. São três ecrãs atrás de um vidro de cobertura que aparentam formar uma única unidade, sendo que o passageiro dianteiro tem só para si um ecrã OLED de 12,3 polegadas.

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