Efeito Pandemia: Do “zoom boom” ao “boom” da medicina estética

É uma industria milionária e a pandemia só veio aumentar os números do negócio. Com a chegada da "cóvid-face" disparou também em Portugal a procura por tratamentos estéticos.

Já lhe chamam “Zoom Boom” mas há também a “Zoom fatigue” e até a “COVID face”. Tudo termos que nascem da pandemia que vivemos e do excesso de reuniões virtuais, do isolamento em casa, da ansiedade, do esgotamento físico e mental. Como resultado, a nível internacional, mas também em Portugal, este último ano foi de crescimento na procura de tratamentos estéticos que ajudem a melhorar a aparência frente ao ecrã mas também como uma procura de uma maior autoestima e cuidados num momento em que estamos mais fragilizados.

Uma indústria que mudou muito nos últimos 40 anos, como explica em entrevista a responsável da marca FILLMED, o primeiro laboratório de medicina estética francês, a desenvolver e produzir dispositivos médicos à base de ácido hialurónico, peelings profissionais e cosmecêuticos. É precisamente essa a área mais procurada na atualidade naquilo a que chama uma abordagem 360º ao rejuvenescimento da pele.

Mais do que grandes alterações com grandes cirurgias, o setor hoje usa como discurso de comunicação a prevenção e a correção dos sinais de envelhecimento cutâneo.

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