MMC aumenta receitas 9% para 5,1 mil milhões no 1º trimestre

  • ECO Seguros
  • 10 Maio 2021

O grupo nova-iorquino beneficiou dos desempenhos da Marsh e da Guy Carpenter, subsidiárias de seguros e risco. Lucros e receita consolidada superaram expectativas.

A Marsh McLennan Companies (MMC) faturou 5,1 mil milhões de dólares (cerca de 4,2 mil milhões de euros) no primeiro trimestre, crescendo 9% face à receita consolidada um ano antes, anunciou o grupo líder global em risco, consultoria estratégia e gestão de pessoas.

O crescimento reportado (+6% em termos orgânicos) conduziu a resultado operacional de 1,4 mil milhões de dólares (+20% em comparação com 1,1 mil milhões em igual período de 2020), enquanto o lucro líquido (atribuível) progrediu até 983 milhões no final de março passado, a comparar com 754 milhões no 1º trimestre (1ºT) de 2020.

Os números apresentados superam expectativas de lucros por ação (eps cresceu 21% em base ajustada) e a receita consolidada situa-se na linha superior das projeções adiantadas por analistas do mercado.

A área de risco e seguros subiu volume de negócios 11%, para os 3,2 mil milhões de dólares, com a receita da Marsh (subsidiária de corretagem de seguros) a crescer 8%, para 2,3 mil milhões e progressão regional de quase 10% (em termos orgânicos) nos EUA/Canadá e 6% na Europa e América Latina. A Guy Carpenter faturou 895 milhões (+7% de base subjacente).

Na área de consultoria estratégica, o negócio expandiu 6%, para 1,9 mil milhões de dólares, com a receita da Mercer a totalizar 1,3 mil milhões. Por seu lado, a Oliver Wyman cresceu 11%, a consolidar 585 milhões de receitas.

Em conferência de apresentação e comentário do balanço trimestral, Dan Glaser, CEO e presidente do grupo MMC, salientou “excelente” arranque de ano – suportando-se no incremento de 8% conseguido no mercado norte-americano (EUA e Canadá) e no negócio de risco e corretagem de seguros, afirmando otimismo para o resto do ano.

Glaser sugeriu que o grupo aproveitou alguma perturbação no setor. Segundo o Insurance Insider, analistas interpretaram o comentário como referência ao processo de combinação planeado entre Aon e Willis Towers Watson. Tirando proveito da situação, a MMC “ganhou negócios e até contratou centenas de pessoas” às rivais, adiantam analistas da KBW (Keefe, Bruyette & Woods).

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