Patentes sobem 57% para 166 até junho

  • Lusa
  • 24 Agosto 2021

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial recebeu 407 pedidos de invenção, menos 31,1% face ao mesmo período de 2020.

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu 166 patentes no primeiro semestre, mais 56,6% do que no período homólogo, foi anunciado esta terça-feira.

“No primeiro semestre de 2020, o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu mais 56,6% de invenções, face ao período homólogo de 2020”, num total de 166 invenções nacionais concedidas que compara com 106, indicou, em comunicado.

Neste período, o instituto recebeu 407 pedidos de invenção, menos 31,1% face ao mesmo período de 2020, quando foram verificados 591.

Por modalidade de Direitos de Propriedade Industrial (DPI), entre janeiro e junho, os pedidos de marcas, logótipos e dos Outros Sinais Distintivos de Comércio (OSDC) foram os que tiveram maior procura junto do instituto, com uma subida de 34,8% para 13.930, contra os 10.330 verificados no primeiro semestre do ano anterior.

De acordo com os dados divulgados, no total, foram concedidas 10.179 marcas e OSDC nacionais, um aumento de 26% em comparação com os primeiros seis meses do ano anterior.

Por sua vez, a via nacional do design caiu, no período em causa, em número de pedidos, 4,4%, “apresentando um volume total de 642 objetos para 152 pedidos”.

Contabilizaram-se ainda 114 concessões de design nacional para 516 objetos concedidos, ou seja, um recuo de 70,8%.

“O impacto da pandemia ainda é visível em diversas áreas imprescindíveis à evolução e crescimento da economia, onde se incluem os Direitos de Propriedade Industrial. No entanto, os números de concessões de direitos, sobretudo na área das patentes, refletem não só o empenho do INPI no cumprimento da sua missão, como são também reflexo de que existe uma maior sensibilização para a importância da proteção dos direitos e, por conseguinte, uma valorização da Propriedade Industrial em Portugal”, apontou.

Criado em 1976, o INPI dedica-se a registar e proteger os direitos de propriedade industrial, marcas, patentes e designs em Portugal, promovendo a respetiva proteção no estrangeiro, segundo informação disponível na sua página online.

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