Nas notícias lá fora: taxas de juros, ONU e produção eólica offshore

  • ECO
  • 13 Janeiro 2022

Um responsável da Fed admite aumento por mais de três vezes das taxas de juros nos EUA este ano. Oito países perderam o direito de voto na Assembleia Geral da ONU.

O responsável do ramo da Fed do Estado de Filadélfia disse que pode apoiar mais de três aumentos nas taxas de juros este ano se a inflação aumentar. Oito países perderam o direito de voto na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas por dívidas acumuladas ao organismo. E no dia 23 de fevereiro, os EUA vão realizar o primeiro leilão para produção eólica offshore. Conheça as notícias que marcam a atualidade internacional esta quinta-feira.

Financial Times

Responsável da Fed admite mais de três aumentos da taxa nos EUA este ano

Patrick Harker, presidente do ramo da Reserva Federal de Filadélfia, sinalizou estar aberto a apoiar mais de três aumentos nas taxas de juros este ano se a inflação aumentar. Harker adiantou que poderia admitir um aumento das taxas já em março, partilhando, assim, a opinião de outros funcionários do banco central. Estas declarações seguiram-se aos dados que mostraram que em dezembro a inflação nos Estados Unidos atingiu os 7%, um máximo de 1982.

Leia a notícia completa no Financial Times (acesso condicionado, conteúdo em inglês)

Cinco Días

CNMV sugere extinção do controlo do investimento estrangeiro em empresas espanholas

O presidente da Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) de Espanha, Rodrigo Buenaventura, sugeriu que uma “normalização do regime de controlo do investimento estrangeiro nas empresas espanholas cotadas em bolsa” seria positiva, tendo em conta as metas para a digitalização e descarbonização da economia do país. “É necessário manter os mais elevados padrões de integridade, governação empresarial e abertura ao investimento estrangeiro nos nossos mercados de capitais”, acrescentou Buenaventura. Desde o início da pandemia de Covid-19, os investidores estrangeiros que desejem comprar mais de 10% de uma empresa espanhola cotada na bolsa devem pedir autorização ao Governo.

Leia a notícia completa no Cinco Días (acesso livre, conteúdo em espanhol)

Le Figaro

Irão, Venezuela e mais seis países perdem direito de voto na ONU por dívidas

Oito Estados, incluindo o Irão, o Sudão e a Venezuela, perderam o direito de votar na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) face ao acumular de dívidas ao organismo, anunciou o secretário-geral aos membros da Assembleia Geral. No total, “11 Estados-membros estão atualmente em atraso no pagamento das suas contribuições no sentido do artigo 19 da Carta das Nações Unidas”, disse António Guterres, citado numa carta. O artigo prevê a suspensão do direito de voto na Assembleia Geral para qualquer país cujo montante em atraso é igual ou superior à contribuição devida nos últimos dois anos civis.

Leia a notícia completa no Le Figaro (acesso livre, conteúdo em francês).

CNN

EUA anunciam primeiro leilão para produção eólica offshore a 23 de fevereiro

A Casa Branca anunciou que vai fazer o seu primeiro leilão em fevereiro para a produção de energia eólica, disponibilizando cerca de meio milhão de acres na costa de Nova Iorque e Nova Jérsia. Esta produção deve gerar eletricidade suficiente para dois milhões de habitações. A secretária do Departamento do Interior, Deb Haaland, afirmou que o leilão, marcado para 23 de fevereiro, vai permitir que os candidatos se apresentem a seis áreas. “O Governo Biden-Harris fez do ataque às alterações climáticas uma peça central da nossa agenda e as oportunidades eólicas offshore, como estas, apresentam uma oportunidade em cada geração e criam nos EUA empregos bem pagos e com os trabalhadores a poderem sindicalizar-se”, disse Haaland.

Leia a notícia completa na CNN (acesso livre, conteúdo em inglês).

Reuters

Dinamarca vai dar quarta dose da vacina contra a Covid-19 aos cidadãos mais vulneráveis

A Dinamarca vai oferecer uma quarta dose da vacina contra a Covid-19 aos cidadãos mais vulneráveis, face às infeções recorde da variante Ómicron, anunciou o ministro da Saúde, Magnus Heunicke. “Estamos agora a iniciar um novo capítulo, nomeadamente uma decisão de oferecer a quarta vacina aos cidadãos mais vulneráveis”, disse Heunicke. A medida surge numa altura de alívio das restrições a partir do final da semana, o que incluirá a reabertura de salas de cinema e de música, uma vez que as taxas de hospitalização e de mortalidade se estabilizaram apesar do aumento dos casos.

Leia a notícia completa na Reuters (acesso condicionado, conteúdo em inglês)

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