ECO foi o meio português que mais escreveu sobre empresas em 2021

  • ECO
  • 6 Maio 2022

Estudo da Beta-i analisou as notícias publicadas pelos meios portugueses acerca de empresas e startups. ECO surge na primeira posição como o meio que mais artigos publicou na área "corporate".

O ECO foi o meio de comunicação social português que mais escreveu sobre empresas e o segundo que mais artigos publicou sobre startups em 2021, concluiu o estudo Inovação nos Media Portugueses, elaborado pela Beta-i, uma consultora.

A empresa monitorizou os artigos publicados por 31 meios entre 1 de janeiro de 2021 e 31 de dezembro do mesmo ano, entre os quais o Público e o Expresso, separando-os em artigos sobre empresas (corporate) e sobre startups. O universo de conteúdos obtido foi de 5.363 artigos.

Na análise por meios de comunicação, na área corporate, o ECO surge em primeiro lugar do “top 10 por volume de artigos”, com 10,4% do total, seguido do Jornal Económico (8,6%) e Dinheiro Vivo (8,5%). Na área de startups, o “top 10” é encabeçado pela Link To Leaders (13,2%), seguindo-se o ECO (com 13%).

Fonte: Beta-i

De acordo com a Beta-i, “a distribuição de notícias é consistente ao longo do ano de 2021, com as notícias associadas a startups sempre em maior número relativamente às notícias corporate e sem oscilações significativas”. Só em novembro se registou um pico de crescimento nas notícias sobre startups, o que é justificado com a realização da Web Summit, que também “alavancou o volume de notícias corporate, embora de forma mais moderada”, refere o estudo.

Na análise por setor, no campo corporate, os serviços tecnológicos lideraram em volume, com 17%, seguindo-se a saúde (13%) e a energia (12%). No campo das startups, vencem também os serviços tecnológicos (26%), seguindo-se a categoria de banca e finança (15%) e a saúde (8%).

Segundo a consultora, “o segmento de economia e finanças é o que mais contribui para o volume de notícias analisadas”, particularmente na vertente das startups, onde é responsável por 63% do universo de artigos monitorizados. “Os fatores de inovação e apoio a novas formas de negócio e de utilização de tecnologias aplicadas à banca, criptomoedas, insurtech ou blockchain demonstram forte dinamismo”, remata a Beta-i.

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