Nas notícias lá fora: Automóveis, Taiwan e eletricidade

  • ECO
  • 23 Maio 2022

Em 2021, a indústria automóvel europeia teve vendas mais baixas, mas registou maiores lucros. EUA defenderão Taiwan caso a China ataque a região, diz Biden.

A indústria automóvel europeia teve vendas mais baixas no ano passado devido à escassez de semicondutores, mas os lucros foram mais elevados. Joe Biden disse que os EUA defenderiam Taiwan se a China invadisse aquele território. O setor da eletricidade em Espanha estima demorar pelo menos dois meses a aplicar o desconto da “exceção ibérica” nas faturas dos clientes do mercado regulado. Conheça as notícias que marcam a atualidade internacional esta segunda-feira.

Cinco Días

Fabricantes europeus de automóveis vendem menos, mas ganham mais

Depois do início da pandemia em 2020, ano que atingiu duramente as contas e vendas da indústria automóvel, esperava-se um ano de recuperação do setor em 2021. No entanto, surgiu a crise dos semicondutores, que impediu os fabricantes de automóveis de produzir ao mesmo ritmo que a procura exigia. Ainda assim, os resultados financeiros das principais fabricantes europeias não foram afetados pela crise dos chips, que, apesar das vendas mais baixas, aumentaram significativamente os lucros. Foi o caso da Volkswagen, que vendeu menos 600.000 automóveis em 2021, mas o lucro subiu 74,8%, para 15.428 milhões de euros.

Leia a notícia completa no Cinco Días (acesso livre/conteúdo em espanhol).

Bloomberg

Biden diz que EUA defenderiam Taiwan se fosse atacado pela China

No segundo dia da sua visita a Tóquio, o Presidente norte-americano, Joe Biden, disse que os EUA interviriam militarmente para defender Taiwan se este território fosse invadido pela China. Para Biden, a responsabilidade de os EUA protegerem a região é “ainda mais forte” após a invasão russa da Ucrânia, considerando que qualquer tentativa chinesa de usar a força contra Taiwan “simplesmente não seria apropriada”.

Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso pago/conteúdo em inglês).

El Economista

Elétricas pedem mínimo de dois meses para aplicar desconto aos clientes

As elétricas em Espanha deverão enfrentar uma nova vaga de queixas devido à “exceção ibérica” para baixar os preços da eletricidade. O setor garante que precisa de pelo menos dois meses para transpôr o desconto de 15% às faturas dos clientes do mercado regulado. Tal deve-se à complexidade do sistema concebido por Portugal e Espanha para limitar os preços do gás natural.

Leia a notícia completa no El Economista (acesso livre/conteúdo em espanhol).

CNBC

Empresa de blockchain apoiada por Pequim prepara primeiro projeto internacional

A Blockchain-based Service Network (BSN), apoiada pelo Governo de Pequim, está a preparar o primeiro grande projeto internacional. A startup Date Technology é um dos membros fundadores da BSN e o seu CEO, Yifan He, revelou que se está prestes a lançar um projeto chamado BSN Spartan Network fora de portas em agosto. A BSN tem como objetivo ligar várias blockchains para ajudar os negócios a utilizarem a tecnologia que é vista que uma prioridade para Pequim. A blockchain ficou conhecida com a bitcoin, mas a tecnologia da BSN não utiliza moedas digitais, que estão proibidas pelo governo chinês.

Leia a notícia completa na CNBC (acesso livre/conteúdo em inglês).

Financial Times

Embargo da UE ao petróleo russo seria o “cenário mais negativo”

O antigo chefe da Lukoil, o segundo maior grupo petrolífero da Rússia, advertiu que uma proibição da União Europeia (UE) às importações de petróleo do país, que considera “impossível de substituir”, seria “o cenário mais negativo” para todas as partes, numa altura em que se intensificam as discussões para um possível embargo. “Ao imporem sanções, os países ocidentais deram um sinal claro e declararam a sua posição. Não há necessidade de as apertar ainda mais”, disse Vagit Alekperov, na sua primeira entrevista à imprensa desde que se demitiu do cargo de presidente executivo da Lukoil no mês passado, após ser incluído na lista de sanções da UE.

Leia a notícia completa no Financial Times (acesso pago/conteúdo em inglês).

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