Grumese já regularizou mais de 400 sinistros para a seguradora espanhola Caser

  • ECO Seguros
  • 26 Junho 2022

A mediadora faz mais de 6 milhões de euros em prémios por ano mas está a especializar-se na gestão de sinistros como representante de companhias estrangeiras que não estão presentes em Portugal.

A Grumese, mediadora com análise de riscos e assistência e gestão de sinistros, já regularizou mais de 400 sinistros automóvel em representação da CASER-Caja Seguros Reunidos Compañia de Seguros e Reaseguros, uma das maiores seguradoras de Espanha, através de uma parceria desenvolvida com uma das principais empresas de gestão de sinistros da Europa, a Coris – Compañia de Organizacion y Regulacion Internacional de Siniestros. A empresa utiliza a RNA para contactos iniciais com os sinistrados.

José Monteiro, Managing Director da Grumese, tem como objetivo oferecer “maior confiança a quem circula com seguros de companhias da comunidade europeia que não estão presentes em Portugal”.

 

Baseada em Algés, Lisboa, a Grumese como mediadora atingiu os 6 milhões de euros de prémios vendidos a mais de 17 mil clientes. Especializada em particulares e médias empresas, deu início em julho de 2019 à representação de seguradoras estrangeiras, no âmbito da gestão de sinistros do ramo automóvel.

“Esta parceria demonstra a capacidade que os mediadores portugueses têm na Gestão de Sinistros e pode ser uma alavanca para mais parcerias do tipo que conferem maior segurança a todos os automobilistas”, diz José Monteiro, Managing Director da Grumese, referindo que desenvolvem parcerias que permitem agilizar a articulação entre os clientes – quase todos estrangeiros – como um mediador exclusivo inglês e a seguradora espanhola, com uma rede de peritagens que atua em todo o território continental e com as oficinas de reparação automóvel a nível nacional.

O gestor que está na atividade desde 1991, tendo passado pela La Equitativa, Generali e Europeia, diz estar ciente de que conseguiram atingir o nível de conhecimento e a estabilidade organizativa que lhes permite dar mais alguns passos neste projeto, “oferecendo maior confiança a quem circula com seguros de companhias da comunidade europeia que não estão presentes em Portugal”.

O que fazem os representantes de seguradoras estrangeiras

Com o aumento do turismo e incremento da circulação rodoviária, os sinistros tendem igualmente a aumentar, em particular com veículos estrangeiros.

As seguradoras europeias que não estão presentes em Portugal, têm de nomear um representante. Como diz a ASF, “as Empresas de Seguros autorizadas a explorar na União Europeia o Seguro Obrigatório de Responsabilidade Civil Automóvel, estão obrigadas a nomear um Representante para Sinistros em todos os Estados Membros, com exceção do Estado da sua Sede”.

Em caso de acidente ocorrido na União Europeia (UE), ou num País terceiro aderente ao Sistema de Carta Verde, a pessoa lesada pode regressar ao Estado Membro da sua residência e solicitar ao Centro de Informação a identificação da Seguradora do veículo causador, ou do Representante para Sinistros que tenha sido designado.

Com base nestas informações, os interessados podem então apresentar um pedido de indemnização junto do representante para sinistros designado, caso o acidente tenha sido causado por um veículo habitualmente estacionado e segurado noutro Estado Membro, que não o da sua residência.

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