António Costa, o inesperado big brotherpremium

Foi aprovada na Assembleia da República uma lei absurda de videovigilância. Seria o maior atropelo à democracia desde o 25 de Abril, e veio pela mão de um governo socialista demissionário.

Como se não houvesse já um abuso generalizado da recolha de imagens no espaço público e a absoluta ausência de verificação da legalidade dos sistemas (graças à diluição de competências da autoridade responsável), o Governo demissionário quis criar uma verdadeira sociedade controlada, à boa imagem da ditadura chinesa. Para isso tentou passar uma lei absolutamente abusiva que só se alterou na especialidade graças à quantidade de pareceres humilhantes que recebeu. Mas fica o registo da tentativa – e da aceitação acéfala – que a maioria dos deputados fez deste projeto que dava às forças de segurança o controlo de um dos melhores mecanismos para minar a democracia e as liberdades individuais. O projeto foi reduzidoà utilização de imagens recolhidas por drones e por agentes da autoridade no

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