Diogo Queiroz de Andrade

  • Jornalista
Diogo Queiroz de Andrade
Diogo Queiroz de Andrade
ECO - Economia online

Em O triunfo da sociedade da desinformação

Diogo Queiroz de Andrade
No mês passado um conjunto de seis grandes empresas de robótica alertou para os perigos da mecanização da guerra, uma tendência crescente em situações de conflito. Desde a utilização dos drones na guerra da Ucrânia à proposta da polícia de San Francisco para usar robots com força letal, o recurso aos robots tem vindo a generalizar-se. O problema não está, estritamente, na robotização da guerra. Desde as catapultas da antiguidade que algum grau de mecanização tem entrado na guerra, mas estes sempre tiveram controlo e decisão humana. O problema está na abdicação do controlo humano e na passagem da decisão para programas de computador que são treinados com sistemas muito falíveis, desprovidos de ética e moral. E estes sistemas são usados de forma cada vez mais autónoma, com humanos a

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Em O triunfo da sociedade da desinformação

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No mês passado um conjunto de seis grandes empresas de robótica alertou para os perigos da mecanização da guerra, uma tendência crescente em situações de conflito. Desde a utilização dos drones na guerra da Ucrânia à proposta da polícia de San Francisco para usar robots com força letal, o recurso aos robots tem vindo a generalizar-se. O problema não está, estritamente, na robotização da guerra. Desde as catapultas da antiguidade que algum grau de mecanização tem entrado na guerra, mas estes sempre tiveram controlo e decisão humana. O problema está na abdicação do controlo humano e na passagem da decisão para programas de computador que são treinados com sistemas muito falíveis, desprovidos de ética e moral. E estes sistemas são usados de forma cada vez mais autónoma, com humanos a

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Em O triunfo da sociedade da desinformação

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No mês passado um conjunto de seis grandes empresas de robótica alertou para os perigos da mecanização da guerra, uma tendência crescente em situações de conflito. Desde a utilização dos drones na guerra da Ucrânia à proposta da polícia de San Francisco para usar robots com força letal, o recurso aos robots tem vindo a generalizar-se. O problema não está, estritamente, na robotização da guerra. Desde as catapultas da antiguidade que algum grau de mecanização tem entrado na guerra, mas estes sempre tiveram controlo e decisão humana. O problema está na abdicação do controlo humano e na passagem da decisão para programas de computador que são treinados com sistemas muito falíveis, desprovidos de ética e moral. E estes sistemas são usados de forma cada vez mais autónoma, com humanos a

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Em O Pegasus é só uma parte do problema

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No mês passado um conjunto de seis grandes empresas de robótica alertou para os perigos da mecanização da guerra, uma tendência crescente em situações de conflito. Desde a utilização dos drones na guerra da Ucrânia à proposta da polícia de San Francisco para usar robots com força letal, o recurso aos robots tem vindo a generalizar-se. O problema não está, estritamente, na robotização da guerra. Desde as catapultas da antiguidade que algum grau de mecanização tem entrado na guerra, mas estes sempre tiveram controlo e decisão humana. O problema está na abdicação do controlo humano e na passagem da decisão para programas de computador que são treinados com sistemas muito falíveis, desprovidos de ética e moral. E estes sistemas são usados de forma cada vez mais autónoma, com humanos a

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Em Está na altura de destruir a blockchain

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No mês passado um conjunto de seis grandes empresas de robótica alertou para os perigos da mecanização da guerra, uma tendência crescente em situações de conflito. Desde a utilização dos drones na guerra da Ucrânia à proposta da polícia de San Francisco para usar robots com força letal, o recurso aos robots tem vindo a generalizar-se. O problema não está, estritamente, na robotização da guerra. Desde as catapultas da antiguidade que algum grau de mecanização tem entrado na guerra, mas estes sempre tiveram controlo e decisão humana. O problema está na abdicação do controlo humano e na passagem da decisão para programas de computador que são treinados com sistemas muito falíveis, desprovidos de ética e moral. E estes sistemas são usados de forma cada vez mais autónoma, com humanos a

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Em Está na altura de destruir a blockchain

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No mês passado um conjunto de seis grandes empresas de robótica alertou para os perigos da mecanização da guerra, uma tendência crescente em situações de conflito. Desde a utilização dos drones na guerra da Ucrânia à proposta da polícia de San Francisco para usar robots com força letal, o recurso aos robots tem vindo a generalizar-se. O problema não está, estritamente, na robotização da guerra. Desde as catapultas da antiguidade que algum grau de mecanização tem entrado na guerra, mas estes sempre tiveram controlo e decisão humana. O problema está na abdicação do controlo humano e na passagem da decisão para programas de computador que são treinados com sistemas muito falíveis, desprovidos de ética e moral. E estes sistemas são usados de forma cada vez mais autónoma, com humanos a

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Em Está na altura de destruir a blockchain

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Biografia

Jornalista que escreve sobre temas que estão na intersecção da política, da tecnologia e da cultura. Foi diretor-adjunto do Público e diretor criativo do Observador, realizou documentários para a RTP e colaborou com mais uma dúzia de títulos de imprensa. Divide o trabalho jornalístico com a investigação académica, apontando ao futuro digital dos média. Costuma andar pelo Twitter: @dqandrade.