O metaverso de Zuckerberg é um imenso vaziopremium

O Facebook lançou mais um manifesto em nome do metaverso, essa visão do futuro tão propalada e tão adiada.

Com o CEO enfiado até ao pescoço em processos judiciais, o Facebook achou por bem dar palco ao recém-nomeado vice-presidente para assuntos globais, Nick Clegg, para que este explique o que é afinal o Metaverso. Não correu bem. A aposta no metaverso já tinha sido apresentada: O nome do Facebook já tinha sido mudado para Meta, o investimento de dez biliões de dólares já estava consumado e os vídeos promocionais já tinham sido apresentados ao mundo. Mas como ninguém percebeu, foi afinal preciso gastar oito mil palavraspostas no nome do antigo vice-primeiro ministro britânico. O Facebook quis voltar a explicar ao mundo - e especialmente aos seus acionistas - que o futuro da internet é o metaverso. Ao mesmo tempo, lá disse que essa realidade nova vai demorar uma década e meia ou mais a

Assine para ler este artigo

Aceda às notícias premium do ECO. Torne-se assinante.
A partir de
5€
Veja todos os planos